segunda-feira, 9 de março de 2009

Lost, finalmente

Onde é que eu estava mesmo, dude? Ah, é, num hospício.


Eita, e hoje tem Lost. Eu não sei baixar filme nem série de internet, então sigo pelo AXN mesmo. Gosto assim. Não vejo tudo de uma vez, tenho o compromisso de assistir uma vez por semana, quem sabe um resquício da noveleira que já fui.

Aliás, não entendo por que quando alguém baixa a série/filme da internet, ela é moderna e antenada, e quando compra do piratex da XV, é feia e brega. Mesmo porque o piratex da XV faz a mesma cópia de DVD que eu faria, se soubesse e se meu laptop véio ainda gravasse.


Bem, bem.


O caso é que hoje é dia de Lost. Driblei os spoilers como pude mas já soube por cima que a temporada não está tão empolgante e tals... pra quem não ama, como eu, é claro.


Vai ser difícil fazer a dona Nina me deixar assistir, claro, como sempre. Mas é o "filme do Hurley", o gordão, que ela adora. Só que eu não deixo ela chamar de gordão, então ela já sabe o nome do personagem - rãr-lei.


Assim sendo, declaro que a partir de hoje tenho apenas dois vícios que são Lost, às segundas, nove da noite, então beijomeliguem mas só depois das dez.



(O outro vício ainda é The Sopranos. Estamos degustando, não muito lentamente como seria recomendável, a quinta temporada. Comprei tudo no piratex. Dica do dr. B. Ah, sim, House não é vício, é tradição)

Run Robert Run

Uma coisa que adoro nas minhas aulas de spinning é que o professor mistura Britney Spears com Led Zeppelin. Não sei como. Tudo remixed, reloaded, remaster, sei lá. Teve até um tunch-tunch outro dia com pedacinhos de Nina Simone.
Hoje rolou uma Immigrant Song. Uns bons 6 minutos. E dá-lhe peso no pedal pra subida. Você fica querendo matar o Jimmy Page - chega desse solo, ô doido!
(sem contar a vontade de gritar
Ahhhhh, ahhhhh!
We come from the land
Of the ice and snow
From the midnight sun
Where the hot springs blow)

Ainda aqui

Não sei o que me acontece. Acordo querendo sempre dormir mais, seja qual dia for, qual horário for. Vivo cansada. E isso apesar de estar fazendo exercícios, comendo integrais etc. etc. Os olhos sempre meio fechando. Só que na hora de dormir perco o sono e acabo deitando tarde. E começa tudo de novo. Sono, cansaço.

Se contar pra um médico, vai dizer que estou deprimida. Mas não, não agora. Vai ver falta alguma vitamina.
Ah, sim. Vou me deletar do twitter.
PS - quem sabe se eu parar com o vinho. Ah, deixa pra lá.
UPDATE:
Daí no meio da tarde o marido te liga e você, sem querer, aperta o botão de viva voz do celular, e ele pergunta bem alto, lá de longe - "e aí, melhorou? tava desanimada, nem queria ir trabalhar mais, disse que preferia ficar doente!".
Ainda bem que só a colega-secretária ouviu...

Mimi, a gata


Ela vive meio largada, não é um animalzinho de estimação mimado, como era o meu cachorrão.
Na verdade eu tenho meio que nojo dela. Não beijo, não aproximo do rosto, lavo as mãos depois que faço agrado na cabecinha. Tenho minhas razões.
Antes das férias, Mimi nos premiou com um ratão na boca. Levou pra baixo da cama da Nina. Segurava o bicho pelo rabo, com os dentinhos da frente, e dava tapas nele.
Não sei se ela é uma heroína, por ter encontrado o bicho debaixo da cama, ou se ela é uma gata-porca, por tê-lo levado lá.
Bem, acho que contei já, mas dia seguinte foi pro veterinário, tomou vacina, tudo pra não ficar doente nem contaminar ninguém.
Ontem, quando fui separar roupa pra lavar (mas estava sem sabão), Mimi parecia ter um motor ligado na boca. Debaixo do carro, me olhava roncando alto, muito esquisito. Olhei mais de perto. Dentinhos cerrados, com uma baita asa saindo do lado: uma cigarra desesperava-se e fazia cócegas no céu da boca da gata, que só chacoalhava a cabeça. E o som, alto, do bicho preso.
Hoje encontrei outra asa, agora daquelas borboletonas cinza, debaixo da cama da Nina.
Enquanto isso, a Nina assiste a “Os Aristogatas” na sala. E fantasia que a Mimi é a Marie, a gatinha francesa.
De vez em quando a Mimi dorme na minha cama; às vezes, na da Nina. A dela é uma caminha cor-de-rosa bem confortável, mas ela prefere passar a noite batendo papo com os gatos da vizinhança. E ah, sim, disparando o alarme da casa quando caça lagartixas.
Estava esquecendo das lagartixas. Mimi, a caçadora, deixa rabos de lagartixas espalhados pela casa.
Convenhamos que se trata de uma selvagem.

Tuiuiú

Entrei no twitter pra ver qual é, na verdade já tinha entrado um tempo atrás e esqueci a senha tals, mas se é pra ficar convidando as pessoas a me seguirem, vou sair loguinho. Morro de vergonha. Não digo "sigam-me" nem em passeata de greve salarial.

Das invenções caseiras

Dê a teu marido um cabide e terás um novo armário.

domingo, 8 de março de 2009

Mais um dia

Ignorarei solenemente o fato de hoje ser o tal dia da mulher.
Mas se der, vou fazer a unha no shopping que providenciou uns bofes bonitões, modelóns, pra carregar as compras pras mulheres.
Pode um negócio desses?
Pena que neste shopping não tem supermercado. Senão eu fazia a compra do mês.
E que ninguém me apareça com rosa na mão.
(os blogs das meninas mais brabas da net estão aí do lado, comentando com muita propriedade o que significa o dia da mulher - um grande nada, já que nada muda. clica!)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Definitivamente

Por essas é que faz tempo que eu já me auto-excomunguei.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Lusco-fusco

Cheguei agorinha, 18h50, em casa, bem no lusco-fusco, aquela hora em que ainda não é noite mas também não é mais dia. Já foi meu momento preferido; ultimamente, mal o tenho reparado. Mas hoje está tão bonito, laranja. Lembrei do tempo em que eu e marido observávamos, pela janela, as cores do lusco-fusco. Tentávamos acompanhar suas nuances e registrar quando acabava - "ah, agora é noite". Pensávamos no que nos aguardava - e era o crepúsculo.

terça-feira, 3 de março de 2009