A secretária liga pro banco pedindo pra fazerem um tipo de transação na conta do chefe. Eles fazem o que é pra ser feito, mas por último tem que passar a ligação pro chefe, pra que ele dê permissão ao vivo. Ela passa a ligação pra ele, ele repete seus números de CPF e de telefone residencial e pronto. Agora me diga - se ela estivesse roubando do chefe, podia ser o porteiro, qualquer um, se fazendo passar pelo chefe. Desde quando uma voz ao telefone vale como assinatura?
***
Nina com febre, dormiu no meio da nossa cama. Acordou bem e de cabelinhos molhados. Hoje passou o dia com a vó. Eu que fiz o almoço. Queimei o arroz integral - pra ver como destreinei - e de verdura só tinha um espinafrinho pra picar no arroz mesmo. Feijão e linguiça.
***
Perdi o spinning, o jeito é repor no sábado. Só eu e mais 3 gatos pingados doentes que fazem spinning no sábado. Mas pelo menos o professor fatura.
***
Tenho mil livros pra ler, uma pilha. Não leio realmente há anos. Admito que os blogs e twitter atrapalham. As séries também, apesar de "só" manter o vício em Lost e House. Pior é que na fila está um livro do marido. Shame on me.
***
Aliás, ganhei ontem dois da Simone de Beauvoir. Cartas a Nelson Algren e A Força das Coisas.
***
No evento familiar do domingo (o que perdi por motivo de ressaca maior) Nina foi considerada uma criança super educada. A fama foi pro interior junto com os tios. Motivo: não chorou nem brigou por causa de comida na casa da vó. Ao primo que chorava porque não queria a gelatina só de uma cor (e a sogra fez aquela sobremesa misturada, "mosaico"), ela bronqueou - "Pra que tanto drama? É só uma sobremesa".
***
Até parece que ela não é uma drama princess.

