sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tradiçáo do blog


Ain't No Cure For Love
Leonard Cohen

I loved you for a long, long time
I know this love is real
It doesn't matter how it all went wrong
That don't change the way I feel
And I can't believe that time's
Gonna heal this wound I'm speaking of
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love.

I'm aching for you baby
I can't pretend I'm not
I need to see you naked
In your body and your thought
I've got you like a habit
And I'll never get enough
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love

All the rocket ships are climbing through the sky
The holy books are open wide
The doctors working day and night
But they'll never ever find that cure for love
There ain't no drink no drug
(Ah tell them, angels)
There's nothing pure enough to be a cure for love

I see you in the subway
and I see you on the bus
I see you lying down with me,
I see you waking up
I see your hand, I see your hair
Your bracelets and your brush
And I call to you,
I call to you
But I don't call soft enough
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love

I walked into this empty church
I had no place else to go
When the sweetest voice I ever heard,
whispered to my soul
I don't need to be forgiven for loving you so much
It's written in the scriptures
It's written there in blood
I even heard the angels declare it from above
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Conversinhas

Adoro quando vocês batem papo nos coments.

Vou ali tomar um banho de quiboa e volto outra hora

Atendi um senhor já entrado em anos (ui) que pretende fazer uma monografia de pós sobre o setor para o qual trabalho. Eu prestei atenção, expliquei tudo desde que Adão perdeu as botas, dei detalhes, prometi dados (que enviarei por e-mail depois), aguentei cada perguntinha como se fosse importante. Educada, prestativa e tals como a mamã ensinou e o chefe recomendou.
Daí na hora de sair, se desmanchando em agradecimentos, esse senhor - que usava um conjuntinho de moleton daqueles cinza com a mensagem "tô de folga" nas entrelinhas - vai e me coça o saco duas vezes; aliás, coça não, dá aquela pegada tipo arrumando o bicho que se deslocou depois de tanto tempo sentado. E imediatamente em seguida me estende a MESMA mão pra se despedir.

Agora me diz em que parte do contrato social* está escrito que nós, mulheres, temos que ignorar a informação visual de que o saco foi coçado? E ainda aceitar a mão e se despedir como se nada fosse?

Eu apertei a mão. Shame on me. Mas acho que fiz cara de nojo. Acho.


*Copyright House

terça-feira, 9 de junho de 2009













A casa. As nuvens, porque está frio. A chaminé com fumaça, porque a lareira está acesa. Dois anjinhos voando. As janelas têm cortinas. A Nina é a maior, de cachinhos, do lado esquerdo. Eu estou ao lado dela, mais atrás. A Mimi está em pé. A vizinha-amiguinha, ao lado da Mimi - porque essa vizinha vive mesmo perseguindo a gata, coitada. E o papai está lá do lado, de barba. "Por que, Nina, o papai de cabelos compridos?" - "Porque eu errei, era pra ser você mas ficou feio, então botei uma barba e fiz o papai".

Idéias geniais que não enriquecem mas divertem

Tenho um hobby mental que é ficar inventando blogs interessantes. Uma idéia mais infame que a outra, diga-se de passagem. Que tal um blog com posts de anônimas (os) falando mal de sogra?
O nome seria TACA A MÃE PRA VER SE QUICA.

Quer fazer? Eu não cobro pela idéia. Mas pode contar que foi minha. Inutilidades & fun - é só o que passa nessa minha cabecinha (deve estar congelando).

***

Update: outro seria um blog só com fotos de pôr-do-sol (adoro). Daí as pessoas mandariam as fotos com local, data e horário. Podia ter num post só, por exemplo, o pôr-do-sol do mesmo dia em várias cidades do país, com diferenças de minutos. Ah, acho legal.


***

Update 2 - A idéia era boa demais pra ser inédita: www.casadasogra.wordpress-com
(divertidíssimo, claro).

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Desculpa aí

Acho que vou passar um tempo sem blogar, sem tuitar, sem nem falar com ninguém. É que eu virei uma matraca de um assunto só. O frio. Eu juro que não aguento mais. Está me fazendo mal. Eu vivo com dor nas costas. Não consigo nem dormir - claro que ajuda a insônia o fato de dona Nina ter tido 39,5º de febre. Agora ela está ok. Mas eu não consigo virar o disco. Não tenho outro assunto na minha cabeça a não ser: EU ODEIO ESSE FRIO.
***
Update: tem outro assunto "ideiafix" pra comentar. As unhas. Neste final de semana consegui não sangrar tanto pelas cutículas, mas na hora de tentar pintar, vou te contar. Que vexame. Gastei quase metade do esmalte, de tanto passar e tirar. E era bem clarinho. Bem, eu tentei fazer a mão direita antes, porque pela minha cabecinha louca passa a seguinte lógica: se consigo passar esmalte com a mão esquerda na direita, o contrário será mais fácil. Mas quem diz que. Bem, um dia eu chego lá.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

As tatuagens que eu faria

Se os profissionais de Miami Ink vivessem aqui – ou eu, perto deles - e se grana tivesse pra pagá-los, eu iria fazer as seguintes tatuagens:

1) Um coração de mãe, bem brega, bem coloridão, do tipo marinheiro mesmo, no braço esquerdo (a parte de cima do cotovelo é braço ou ante-braço?). Com uma faixa no meio escrito NINOTCHKA. A imagem abaixo é de uma camiseta feita especificamente pra matar a vontade de ter esse tipo de tatoo - o que já demonstra como é lugar-comum. Mas tô nem aí.


2) Pediria que pegassem a foto da Simone de Beauvoir, nua, e fizessem nela traços de pin-up. Não é sacrilégio! É uma homenagem. Esta ficaria nas costas, do lado direito. Sem o banheiro, só o espelho - abstrai, né gente.



3) Tem que fazer um número ímpar de tatuagens, reza a lenda. Então eu faria ainda uma rosa bem simples, de traços retos – acho até que eu a desenharia. Essa na base da nuca. Na verdade, o que sempre planejei pra nuca foi um desenho de Rosa dos Ventos, mas em estilo “mapa de pirada”. Ops, ato falho – mapa de pirata.


Não tenho medo de dor nem de ter uma tatuagem. Tanto é que a do braço seria bem visível; a da nuca também. O problema é não ter certeza do resultado. Tinha uma colega na escola que tatuou um leque – coisa mais besta, também. Daí ela engordou e o leque abriu, ficou parecendo um pufe. Complicado.

Quem é a doida

Fomos eu e Nina ao shopping comprar luvas pra ela. As do ano passado náo cabiam mais. Uma coisinha de nada vira uma sessáo: as da C&A têm o dedáo no meio da palma; as da Renner pinicam. Claro que as perfeitas eram mais caras. Enfim.
No meio da empreitada a Nina aponta o quiosque do McDonald's.
- Mamáe, quero sorvete, sorvete, sorvete, sorv...
- MANEMORTA! Nesse frio!
- Eu quero, quero queroqueroqueroquero...
- OK.
- Hein?
- Vamos fazer um trato...
(Nina adora tratos e acordos - e é louca pelo sorvete de duas cores do McDonald's, aquele mais simplinho)
- ... se você achar UM DOIDO, mas UM DOIDINHO SÓ tomando sorvete nesse shopping todo, eu te dou o sorvete.
- Entáo tá. Vou procurar.

E ficou de olho comprido em todo mundo. Passamos duas vezes pelo quiosque, ela espreitando em volta. Pelo do Bob's, ela de butuca. E nada.
Eu, quase rezando. Imagina se me aparece um doido mesmo. E náo é que tinha? Malditos adolescentes. Esqueci dessa raça que só faz contrariar. Tinha um lá, espinhentozinho, tomando um sundae. Só que ufa, a Nina náo viu.

Achei divertido, mas ela náo. Depois de uns dez minutos ela perdeu a esperança e começou a choramingar. Pra náo admitir que era frustraçáo com o trato, alegou cansaço, dor de garganta - mas logo desmentiu, porque dor de garganta, né: estratégia errada. Mas náo falou mais do sorvete.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Ah, tecnologia

Depois de um ano pelo menos, consegui recuperar fotos antigas que estavam no meu Palm. E depois de um atendimento telefônico de quase duas horas, diga-se de passagem, reinstalando e reorganizando tudo. Quem sabe agora a agenda me ajude com meus probleminhas de disciplina e organização.

Até então, estava usando meu PALMATOP pessoal e intransferível. Aqui, com o recado para não esquecer as revistas de decoração para minha colega que vai reformar o apartamento.
Abaixo, uma demonstração dos estragos da empreitada-manicural no final de semana.
A vista da minha janela (que fica nas minhas costas, mas ok) com um elemento surpresa, cerca de um mês atrás.

E voltamos à programação normal.