quinta-feira, 18 de junho de 2009
Diploma
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Murphy rulezzz
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Pentelhação
De quebra, ficamos sabendo que Julianne é ruiva natural.Enfim. Tudo isso pra contar que na academia a mulherada tem mania de tomar banho, botar o sutiã e ficar batendo papo sem calcinha, olhando as celulites no espelho, passando creme. E outro dia uma ameaçou de colocar o tampax (!) na frente de todo mundo, caso os dois banheiros não fossem desocupados.
Por isso é que eu digo. Uma hora de spinning não é nada. Dureza mesmo é agüentar dez minutos de convivência social no vestiário.
*Afe, gosto tanto desse filme.
domingo, 14 de junho de 2009
A boa do feriado
O marido que náo é besta e adoooora sacanear o irmáo fez a cara mais séria e:
- Ah, é presente pros casais? Entáo nós também queremos. Nós somos um casal.
(Diga-se, o vinho é um espumante bem ruinzinho. Valeu pela cara que o cunhado deve ter feito.)
sábado, 13 de junho de 2009
Para Madoka (e pq eu sempre quero um motivo pra ouvir God mais uma vez)
Este é o meu CD preferido e um bom pra se iniciar nas letras e na voz de L.C. Ele estava no auge e ainda era lindo, uma coisa meio Dustin Hoffman com sex appeal. Ai, ai.

E este, Songs of Love and Hate, é o mais sombrio, um dos meus favoritos também. Na capa ele está a cara de um certo amigo meu que também dedilha umas guitarras e faz umas letras bacanas... A mais famosa desse disco é Famous Blue Raincoat, mas tem Avalanche também. E todas as outras, claro.
Tá bom, gente, agora eu paro, ok?
(Me dá essa febre uma vez por ano, quase. No blog véio não foi diferente)
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Mr. Cohen, A.k.a GOD
Às vezes faz sol, mas está sempre frio, cai uma garoinha aqui e ali. Entáo fomos passear e comprar coisas que nos fazem felizes. Livro pra Nina (da coleçáo da fada Pérola, uma hora a menina fuçando na livraria), vinhos e palitinhos de fibras no Mercado Municipal. E pra noite ser bem boa também, o CD novo da nossa obssessáo. Leonard Cohen - Live in London.Chego a ficar de consciência pesada em saber que ele só voltou aos shows porque um agente roubou tudo que ele tinha, tadinho, aos 74 anos - enquanto ele estava retirado num mosteiro budista. O cara da MTV conta tudo rapidinho, aqui.
Eu amo esse cara. Ele me diz tudo que eu preciso saber.
PS - O professor americano que nos visitou ano passado e acabou virando meu amigo via G-mail passou semanas me "tentando", convidando pra ir a New York, assistir ao show de Leonard Cohen. Imagina. Eu. Em New York, New York. Assistir Leonard Cohen. Obviamente mandei-o pros quintos dos infernos, isso é coisa que se fale pra pessoa?
PS 2 - Vendo um rim pra comprar o DVD. Náo me falem em baixar. Eu já era alfabetizada quando vi o Urso Misha chorar, náo tenho idade pra isso.
Tradiçáo do blog
Ain't No Cure For Love
Leonard Cohen
I loved you for a long, long time
I know this love is real
It doesn't matter how it all went wrong
That don't change the way I feel
And I can't believe that time's
Gonna heal this wound I'm speaking of
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love.
I'm aching for you baby
I can't pretend I'm not
I need to see you naked
In your body and your thought
I've got you like a habit
And I'll never get enough
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
All the rocket ships are climbing through the sky
The holy books are open wide
The doctors working day and night
But they'll never ever find that cure for love
There ain't no drink no drug
(Ah tell them, angels)
There's nothing pure enough to be a cure for love
I see you in the subway
and I see you on the bus
I see you lying down with me,
I see you waking up
I see your hand, I see your hair
Your bracelets and your brush
And I call to you,
I call to you
But I don't call soft enough
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love
I walked into this empty church
I had no place else to go
When the sweetest voice I ever heard,
whispered to my soul
I don't need to be forgiven for loving you so much
It's written in the scriptures
It's written there in blood
I even heard the angels declare it from above
There ain't no cure,
There ain't no cure,
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
There ain't no cure for love
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Vou ali tomar um banho de quiboa e volto outra hora
Daí na hora de sair, se desmanchando em agradecimentos, esse senhor - que usava um conjuntinho de moleton daqueles cinza com a mensagem "tô de folga" nas entrelinhas - vai e me coça o saco duas vezes; aliás, coça não, dá aquela pegada tipo arrumando o bicho que se deslocou depois de tanto tempo sentado. E imediatamente em seguida me estende a MESMA mão pra se despedir.
Agora me diz em que parte do contrato social* está escrito que nós, mulheres, temos que ignorar a informação visual de que o saco foi coçado? E ainda aceitar a mão e se despedir como se nada fosse?
Eu apertei a mão. Shame on me. Mas acho que fiz cara de nojo. Acho.
*Copyright House
terça-feira, 9 de junho de 2009

A casa. As nuvens, porque está frio. A chaminé com fumaça, porque a lareira está acesa. Dois anjinhos voando. As janelas têm cortinas. A Nina é a maior, de cachinhos, do lado esquerdo. Eu estou ao lado dela, mais atrás. A Mimi está em pé. A vizinha-amiguinha, ao lado da Mimi - porque essa vizinha vive mesmo perseguindo a gata, coitada. E o papai está lá do lado, de barba. "Por que, Nina, o papai de cabelos compridos?" - "Porque eu errei, era pra ser você mas ficou feio, então botei uma barba e fiz o papai".
