A Lola fez novo concurso de blogueiras e adivinha: alguém (a própria Lola, acredito) indicou meu post de Dia das Mães - porque o tema desta vez é maternidade. Tá cheio de gente boa nos links, papo sério e tals. Menos no meu post, obviamente, que é só curtição. Vale a pena, vai lá, lê e vota. Em mim! Hahahaah. Não, brincadeira, hein! O que vale é participar.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A quem ainda interessar possa
Incrível. Os pedreiros vão acabar o serviço na sexta-feira. Vou te contar, viu, não imaginava um trio tão competente. Estou impressionada e passo os contatos pra quem quiser. Depois vou fazer um post só sobre eles - O Bom, O Mau e O Feio. Agora vamos ao que (ainda?) interessa. Mi casa, su casa. Mis muéveles, tus muéveles, hahahaah. (não repare no layout, esse blogger tá jogando texto e fotos pra tudo que é canto).
Este aqui era o armário do banheiro, com cerca de sei lá, uns 20 anos, por baixo. Tem aquele aramado de guardar roupa suja que eu adoro. Uma prateleira e duas gavetas. Bem, ontem não fui trabalhar - meu chefinho e colegas são uns amores que me entendem e me dispensaram porque todo mundo fez reforma em casa este ano e porque eu também não sirvo pra muita coisa - e passei o dia lixando. Meus dedos já viram dias melhores, mas foi bem legal. Sabe, serviço pesado, honesto, que você não precisa pensar? Adoro.
Virou isso aqui - duas demãos depois. Ainda vou passar mais uma. Acho que eu devia ter colocado mais daquele negócio que amolece a tinta, já foi uma latinha pequena. O spray foi um gasto desnecessário: é horrível pintar com spray, escorre, faz uma sujeira do caramba. Esse armário aí vai sustentar o granito preto da pia. Pro banheiro branco. Branco e preto, porque meu negócio é criatividade mesmo.
Saca o desastre. Depois que consertar tudo ainda vamos ter que pintar. Mas tudo bem, tem uma latinha do amarelo do lavabo, que já era do corredor do antigo apê, ainda, na área de serviço. E agora eu sou uma pintora, vide item acima.

Olha o Juca Bala estacionado ao lado do carro do pedreiro. Isso é um Corcel ou Chevette? Bem, seja o que for. Tem um outro que os traz toda manhã, azul. Daí outro dia vim fechar a casa, porque eles ficaram sem chave. Se despediram e tals. Olho pra fora, estão os três tentando abrir o carro. O trinco tinha quebrado por dentro. Tiveram que fazer como os ladrões, enfiando uma chave de fenda. Demorou um tempão, coitados. E o que abriu ainda teve que aguentar os outros dois tirando sarro pelo "know-how". Ah, sim, anteontem passou um carro correndo pela rua e levou fora meu espelhinho retrovisor. Saco.
Olha o Juca Bala estacionado ao lado do carro do pedreiro. Isso é um Corcel ou Chevette? Bem, seja o que for. Tem um outro que os traz toda manhã, azul. Daí outro dia vim fechar a casa, porque eles ficaram sem chave. Se despediram e tals. Olho pra fora, estão os três tentando abrir o carro. O trinco tinha quebrado por dentro. Tiveram que fazer como os ladrões, enfiando uma chave de fenda. Demorou um tempão, coitados. E o que abriu ainda teve que aguentar os outros dois tirando sarro pelo "know-how". Ah, sim, anteontem passou um carro correndo pela rua e levou fora meu espelhinho retrovisor. Saco.
E aqui a mais nova novidade da reforma. Eis que marido chegou à conclusão que o negócio de madeira aí da frente, que eu não sei o nome, aliás, eu nunca nem tinha olhado pra isso direito, estava feio e meio caído. Resultado, mais uns duzentão de mão-de-obra e sei lá quantos vestidinhos eu perdi no preço da madeira. Tudo bem que o madeireiro é amigo velho do tempo de faculdade. Mas eu ainda não vi, juro, o porquê de trocar toda essa parte da frente. Coisas de meninos.
Chato é que as partes onde passam os canos - então imagine: uma BOA parte da casa - vai ficar assim porque, bem, acabou o dinheiro e não vai dar pra pintar tão cedo. Mas se formos pintar só pra dar uma garibada, eu e marido (ai minha coluna), também não sabemos a marca nem a cor da tinta. Talvez tenha sido trauma daquela vez em que os então pedreiros contratados – que não eram O Bom, O Mau e O Feio, eram os Três Patetas mesmo – fizeram a pintura externa e o que era pra ser um cinza levemente esverdeado saiu nesse verdinho mimoso.
Olha aí a estrutura das duas caixas d'água e boiler. Repare a engenharia de alta precisão: os pedreiros fizeram dois buracos na caixona. Eu e marido ficamos dias olhando aqueles buracos e imaginando pra quê serviriam (sempre esquecíamos de perguntar): pras gatas respirarem, caso entrem na caixa? Pra fazer de janelinha e observar o funcionamento do boiler? Daí ontem descobrimos: era pra colocar as madeiras e fazer um andaime pra fase final da obra. Que coisa.
Os painéis do aquecimento solar ainda não chegaram. Tudo bem, o sol foi embora mesmo.
Uma vista do fundo pra frente, só pra me exibir.
Ah, sim, olha como ficou o chão da cozinha. Madeira wannabe (é lajota mesmo!). Adorei. Bom de passar pano toda vez que alguém derrubar alguma coisa - o que acontece toda hora.
Agora o momento pobre de espírito: o rack de micro-ondas. Eu, assim como meu querido Nilus Queri, sou anti-rack. Mas daí que a grana começa a acabar – já contei que agora só temos um carro, o Juca Bala? – e concessões estéticas começam a ser feitas. Esse rack aí era pra ficar reto, mas veja que se eu colocar um pudim pra cozinhar no micro, ele vai ficar mais alto de um lado que do outro. Além de ser uma coisa medonha de se ver. Mas economiza espaço no balcão, que era o objetivo. Outra coisa: no meu mandato não se usa lixo em pia. Nem mesmo dentro de cozinha. Mas digamos que tirei uma licença parlamentar.
É isso por enquanto. Falta colocar as torneiras, arrumar uns detalhes, fechar uns buracos e, outro extra, consertar a chaminé da churrasqueira. Os amigos vão adorar não sair defumados de nossos churrascos. Mas depois dessa reforma, só vai ter churrasco se alguém trouxer a carne.
Na segunda-feira começa a segunda fase: lixamento e polimento dos tacos.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Desertora
Nina tem passado os dias de reforma na casa da vó, saracoteando com o primo Ricardo. Aqui está muito desorganizado, tem dia em que ficam só o sofá e a tv à nossa disposição. Uma sujeira daquelas que desanima limpar, porque no dia seguinte, piora. Então tá ótimo ela por lá. Mas domingo tive um ataquinho de saudade e trouxe ela pra ficar o dia todo conosco, em casa, fazendo coisinhas de domingo - tomando sorvete, vendo desenho, passeando pelos arredores etc.
Fazia dias que ela não entrava no próprio quarto. Quando viu o banheiro todo desfeito (por causa dos canos de cobre e a instalação dos misturadores e chuveiro novos), ficou em choque:
- NÃO ACREDITO QUE DESORGANIZAÇÃO!
E já declarou que nesta casa não mora mais, enquanto não estiver tudo bonitinho de novo.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Universo conspirando
Eu já ajudei o marido a escolher celular com agenda moderna; já dei de presente agenda old fashion, de papel e uma data em cada folha; caderninhos de anotação (moleskines não, que são chiques mas não cabem metaforicamente no bolso). Mas não adianta, ele é um homem de bilhetinhos largados no meio da carteira, no porta-luvas do carro, sobre a montanha de livros, provas a serem corrigidas, contas a serem conferidas e tudo. Tudo solto por aí, ao sabor do vento, sob o risco de virar papel de rabiscar coisas da Nina ou bolinhas de papel pras gatas. Enfim (minha palavra favorita): não tem como achar o telefone do cara que forneceu algum tipo de serviço ou material na reforma de dois anos atrás.
Portanto, quando precisamos contratar alguém pra colocar um granito novo na pia do banheiro da suíte presidencial, fazer os buracos novos das torneiras-misturadores das pias dos outros banheiros e da cozinha, não tínhamos mais o telefone e muito menos o nome da empresa que forneceu esse material na obra anterior, de dois anos atrás. Pois bem. Chamamos três empresas e todas acharam o serviço pequeno demais. Todos ocupados e cheios de encomendas maiores. Deixaram-nos esperando dias por orçamentistas que nunca apareceram. Daí minha colega recomendou o trabalho de uma empresa que atendeu o sogro dela, que é pequena e não tem estoque para fazer grandes encomendas. Bingo. O cara veio aqui e era o mesmo da reforma anterior. Não me contive e contei pra ele a coincidência. São prestativos, pequetitos pero cumplidores. O orçamentista trouxe três modelos de pedra preta pro banheiro branco - escolhi a mais barata, claro. Semana que vem tão aí, instalando, furando, aquela beleza de poeira toda levantando. Provavelmente não vamos nunca mais precisar desse tipo de coisa, mas dessa vez peguei três cartõezinhos de visita.
PS- Uma vez o marido quis se organizar e avisou ter anotado todos os números de telefones dos prestadores de serviços e fornecedores que já contratamos. Ok. Precisei um dia do encanador e não tava na letra E. Nem na J, de Jarbas. Marido explicou que estavam todos na S de serviços. Aí fica difícil.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Semanário da obra
Estamos naquela fase que a coisa anda, mas não parece. Poeira por todo lado. Toda noite quando chego tem a sessão varreção. E tiração de pó. Pra ficar tudo branquinho de novo no dia seguinte. Em primeiro lugar porque, por mais que sejam gente boa, competentes, discretos, econômicos, enfim, por mais que você tenha a equipe de pedreiros dos seus sonhos, eles sempre serão uns porcos. Vão cortar azulejo dentro do seu quarto, por exemplo, pra não perder tempo dando volta por fora da casa - daí a poeira entra no seu guarda-roupa, pelos mínimos buraquinhos, e quando você vai pegar o pijama de noite vê que está tudo branco por dentro. Até as blusas pretas de lã. Sem contar os ossinhos de galinha da marmita, que são jogados no quintal, e encontrados por suas gatas-jaguatiricas sem classe.
Ah, sim, e ainda temos as goteiras. A Lady Murphy faz com que chova torrencialmente nos finais de semana, quando os pedreiros estão bem longe. Daí que choveu dentro de casa de novo: cachoeirinhas na salona, salinha, quarto da Nina. Você vai me perguntar: mas a reforma não visava principalmente arrumar o telhado e impedir a chuva de entrar? E eu respondo SIM mas com a construção da laje pra caixa d'água e tudo o mais de preparação para a central de gás e o aquecimento solar, ocorre que boa parte do telhado fica aberta, só com uma lona, que não dá conta quando chove o que seria num mês todo, num dia só. Além disso os pedreiros ficam andando lá por cima e quebram telhas, obviamente. Dilema tostiniano: eles sobem pra arrumar o telhado e acabam fazendo buraco. Um dia acaba. Reza a lenda que daqui a quinze dias.
Situação right now. Fogão e geladeira na sala de tv. Imagine-me ali na mesinha atrás do sofá, tuitando e lendo jornais de ontem e anteontem (o de hoje só chega na hora de sair). Nina dormiu na vó porque o nível de desconforto aumentou bastante.
Isso porque a cozinha já está quase toda de chão novo. Sai o branco encardido de pedra, entra a imitação lajotística de madeira. Pra dar uma unidade com a salinha e porque é melhor de limpar, mesmo.
Só que, como é de praxe, o cálculo de material estava errado: faltou uma caixa de laj... cerâmica. E adivinha se tinha na loja? Claro que não. Só chegam na quinta-feira. Então até amanhã o serviço fica assim, quase no fim.
Na salona não restou nem a lembrança da parede de pedra. Já disse que os lustres estão com os dias contados, né? Tem uma loja daqui que os aceita como parte de pagamento por novos, porque eles são de cristal sei lá daonde, que podem ser reutilizados. Daí povo diz, viu, é de cristal. E eu, "so what?, são feios do mesmo jeito". Anônimo dos coments, estou aguardando sua oferta! ;)
O banheiro da suíte presidencial, branquinho, zoneado. O chão, como eu disse antes, ainda é um mistério se vai ficar bom ou ruim - porque a cor acabou se revelando um cinza-cimento que não era o que parecia na loja. A conferir.
Olhando assim pra casinha da caixa d'água nem parece que mudou alguma coisa, mas vigas ultra-mega-power de ferro foram soldadas, vazamentos foram contidos etc. etc. Sei que os caras ficam ali o dia inteiro. A fase agora é de esperar a entrega dos canos que faltaram. Só quinta-feira também. Alá o Juca Bala, meu Kazinho vermelho.
Tá vendo a minhoquinha acobreada saindo da terra? É o cano de cobre do gás, que vem lá da casinha. Ele vai pelo chão até a caixa d'água. Foi por causa da decisão de botar os botijões de gás lá longe que acabou faltando cano.
Olha só: a tripinha de cobre vem lá da frente, passa pela cozinha e segue sempre arriba.
O tanto que sobrou de tijolo. E a janelinha nova do banheiro da suíte. E a zona. Amanhã teremos novidades chegando com o caminhão da loja de materiais de construção. Estou preocupada com o armário do banheiro, mas isso rende um post novo. Vou manter o antigo, que é grandão e legal, mas quero pintar. Então imagina só. Vamos ver como me saio. *suspiro* That's all folks.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Diário da Obra
Pra vocês entenderem o porquê da demora em postar.
A parede de pedra já está na chon. Não há imagem que dê conta de mostrar a poeira que esse troço levanta. O lustre cafona está com os dias contados.
Faltou telha pra cobertura da garagem interna, que faz sombra na cozinha. Talvez preenchamos com telhas transparentes, mas não as de vidro que custam uma fortuna.
As pedras da salona (a gente chama as salas de salinha e salona) que vão ser guardadas pra dona Ana fazer a gruta das santas na casa dela.
A parede de pedra já está na chon. Não há imagem que dê conta de mostrar a poeira que esse troço levanta. O lustre cafona está com os dias contados.
Faltou telha pra cobertura da garagem interna, que faz sombra na cozinha. Talvez preenchamos com telhas transparentes, mas não as de vidro que custam uma fortuna.
Foi levantada uma laje, porque o resto da casa tem forro de madeira, pra aguentar a caixa d'água e o boiler do aquecimento gás/solar. Em andamento.
A casinha que foi feita pra abrigar o gás. Bem longe de tudo da casa, porque o marido aqui é "precavido". O cano de gás vai passar por baixo da terra. Em andamento.
Ah, tadinha da trepadeira, ficou só o desenho do esqueleto dela. A Nina perguntou pra que serve a casinha e claro que eu disse que vai ser o lugar do castigo pra criança desobediente... ela só me deu um olhar de desprezo e disse "ai, mãe, conta outra".
As pedras da salona (a gente chama as salas de salinha e salona) que vão ser guardadas pra dona Ana fazer a gruta das santas na casa dela.
Jornal por tudo. Mas não adianta grande coisa.
O banheiro da suíte presidencial: paredes brancas e chão acinzentado. Meio que desgostei do chão, mas agora Inês é morta. Esse aí é o pedreiro-matraca. Talvez por isso trabalhe isolado. Mas se não tem ninguém pra ouvi-lo, ele se vinga assobiando. E mexendo com as gatas.
A janelinha nova do banheiro. Grandes coisas. Mas pra mim, é sim. ;)
A cozinha já sem os azulejos. Esperando o encanamento novo, de cobre. Aproveitamos pra jogar fora o azulejo branco feio. A gente não faz fritura, não precisa de azulejo em tudo. A parede será pintada de vermelho. Marido queria fazer ele mesmo, mas mudou de idéia. Ufa. O chão também será picotado pra receber nova cerâmica. Não chama mais de lajota que é coisa de pobre!
Por enquanto é isso.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Update parte 2
Hoje o chefe brincou de me dar um "passe" de energia positiva.
Mas tá tudo bem agora. A energia elétrica também foi restabelecida (apesar de ter acabado de piscar, sabe como?) e o telhado, reza a lenda, está pronto. Rápido, hein.
Os pedreiros garantem que até dia 20/12 teremos gás e energia solar instalados, banheiro reformado e pedras cafonas derrubadas.
Mas tá tudo bem agora. A energia elétrica também foi restabelecida (apesar de ter acabado de piscar, sabe como?) e o telhado, reza a lenda, está pronto. Rápido, hein.
Os pedreiros garantem que até dia 20/12 teremos gás e energia solar instalados, banheiro reformado e pedras cafonas derrubadas.
Update
Choveu 123 milímetros de água ontem à noite. Isso é o normal de chover num mês. Chuvoso. Deixei a Nina na casa da minha mãe, porque eu tinha reunião hoje pela manhã, e não queria acordá-la muito cedo pra ir pra escola. Então ela não viu, ainda bem, seu quartinho com água vazando pela luminária cor-de-rosa; nem o meu guarda-roupa transformado em cachoeira, nem eu desesperada tentando salvar minhas roupas; nem as gatas subitamente amiguinhas, impressionadas com o riozinho que entrava pelas frestas do telhado e pelo chão da cozinha.
Só sei que o rodo é um objeto subestimado. Não sei hoje o que seria de mim sem ele.
Daí agora há pouco o E. ligou avisando que nossa casa quase pegou fogo: os pedreiros puxaram um fio de luz, que deu um curto-circuito e quase derreteu o quadro de energia - aquele que tem os botões de cada área da casa, sabe?
Então, como passei a manhã toda numa reunião, vou lá em casa enquanto é dia e ainda tem sol pra ver se salvo algumas carnes da geladeira. Pegar roupa e pijama pra dormir, também.
Bem, a partir de agora só pode melhorar, né? #pollyannafeelings
Só sei que o rodo é um objeto subestimado. Não sei hoje o que seria de mim sem ele.
Daí agora há pouco o E. ligou avisando que nossa casa quase pegou fogo: os pedreiros puxaram um fio de luz, que deu um curto-circuito e quase derreteu o quadro de energia - aquele que tem os botões de cada área da casa, sabe?
Então, como passei a manhã toda numa reunião, vou lá em casa enquanto é dia e ainda tem sol pra ver se salvo algumas carnes da geladeira. Pegar roupa e pijama pra dormir, também.
Bem, a partir de agora só pode melhorar, né? #pollyannafeelings
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Vírus?
Amiga avisa que não consegue acessar meu blog porque dá mensagem de malaware - e da Katylene, que eu nem linko aqui. Aí com você também?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Complementando
Essa parede de pedra vai ser derrubada. Os lustres também vão sair - tudo muito vintage pro meu gosto. Duro vai ser aguentar as visitas (todo mundo!) dizendo "ah, mas eu gostava tanto daquelas pedras... A dona Ana vai levar umas pedras pra casa dela, pra fazer uma gruta pras imagens de santa. A única que entendeu pra que servem pedras: gruta.
Situação hoje pela manhã. Não tirei fotos do telhado porque tenho medo da escada.
Ali atrás, o espaço Fitness Cult Gourmet ocupado por materiais de construção.
Banheiro da suíte presidencial. Como achamos que ia só chover e tive de escolher os azulejos e piso meio na pressão , fui muito criativa: paredes brancas e piso cinza. Quase compramos uma banheira mas o teto é baixo demais pra isso; marido ia bater a cabeça no chuveiro. Enfim. Loucura.
Nina e Ricardinho só pra lembrar que, com ou sem reforma, DIA DE SOL É TUDO!
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