domingo, 13 de dezembro de 2009

Escolhendo cores e chocando gerações, yeah!

Apesar de a dona Ana ter me dado o cano na faxina do sábado.
Apesar de eu estar troncha de tanto limpar.
De termos ido ainda a uma festinha de aniversário do sobrinho.
E de já não aguentarmos mais discutir os detalhes da reforma... ontem ainda tivemos fôlego pra escolher, ainda meio por cima, as cores nos catálogos de tintas. Se não são as definitivas (pois precisamos de determinados tipos de tintas e algumas escolhidas podem não ser as ideais - tipo, pra cozinha tem que ser fácil de limpar etc.). Olha só.

SALONA

Queríamos uma cor tipo concreto, mas que não fosse nem marrom (senão, com os sofás marrons, a salona vai parecer chocolateria) nem bege nem cinza metálico. Curtimos este verde cor-de-vão-de-cerca. É escuro, mas temos janelões. Além disso, é sala de estar, usamos pouco, e eu gosto de meia-luz. Achei chique. Batentes e portas serão brancos. A tinta é Suvinil, cor P145.

COZINHA


Essa é pra chocar gerações. O pedreiro já ficou escandalizado ao saber que íamos deixar a cozinha SEM azulejos (já expliquei que não fazemos frituras e que fogão e pia ficam praticamente inteiros na janela) e ao saber da intenção de pintar duas das paredes de vermelho. Imagina então quando souber que trocamos o vermelho por esse rosa meio vinho. Não é influência da foto do catálogo, mas ajuda a ter uma idéia, porque nossa cozinha também tem armários brancos e fogão inox (hihihi). A cor é Rosa Suave da Coral.

ESCRITÓRIO


No escri, teremos as paredes nessa cor mais escura também - um azulzinho frio, o D158 da Suvinil. A estante de livros terá a moldura pintada de branco, e por dentro permanecerá em madeira clara.

QUARTO DA NINA

A Nina invocou que não gosta mais de rosa - eu SEI que ela gosta, mas tenta parecer uma menina moderna. Agora diz que sua cor preferida é amarelo. Então tem que ser um amarelinho claro, pra não ficar enjoativo, e só nas paredes lisas: na parte do tijolinho à vista vai ficar em branco mesmo. Esse tom de amarelo fica diferente no monitor, meio rosado. Se for assim mesmo, tudo bem. No catálogo fica mais clarinho. A cor é Raio de Sol, da Suvinil.
Update: esqueça o Raio de Sol, agora a Nina quer um rosa chiclete. A negociar.

QUARTO CASAL

Uma parede do meu quarto, a da cabeceira da cama, será desse marronzão profundo aí - Marrom Havana, da Coral. Os armários são brancos com gavetas marrom "tabaco", as cortinas são listradas de vermelho, amarelo escuro e verde escuro (juro que é legal), o edredon é vermelho. Acho uma combinação cool.

Depois que eu conseguir instalar o programa de cores da Coral e da Suvinil e tiver as simulações com as fotos dos ambientes de verdade, refaço o post. Ah, estamos variando entre Suvinil e Coral porque temos um crédito numa loja que só trabalha com Suvinil. Mas o crédito não é muito grande, então podemos comprar só algumas cores nessa loja e fazer a compra maior, com os galões de branco (porque a maior parte da casa vai continuar branca) em outra loja.

E aí, curtiu? Pode falar. ;)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

E acabou! Uma parte.

Hoje é sexta-feira dia 11/12 e acabou a obra da minha casa.

A parte dos pedreiros, claro. Ainda teremos lances emocionantes nos próximos dias com a instalação do aquecedor solar, quando finalmente vou poder voltar a usar as torneiras e chuveiros da casa; com o lixamento dos tacos, que serão também encerados ou pintados de sinteco, sei lá como chama. Essa vai ser dureza: a casa vai ser dividida em duas partes: moraremos num pedaço. Depois que o tal sinteco ou cera secar, todos os móveis e nós também seremos transportados para o outro lado. Um processo de uma semana. Podia rolar em 3 dias mas ia sair uns milão mais caro. So...

A última coisa feita em casa foi a churrasqueira. Que está sendo "testada" neste momento pelos valorosos pedreiros. Aliás, fiquei sabendo que o piso salarial de jornalista no Paraná agora é de R$ 2.050. Isso significa que um pedreiro ganha mais trabalhando comigo que um colega na Gazeta do Povo.

Ah, sim. Um dos pedreiros, o matraca, vai voltar semana que vem com um amigo pintor. Os dois vão pintar a casa toda por dentro. Vão ficar revezando com os caras do lixamento de tacos. Então o remédio vai ser me juntar à Nina na casa da minha mãe.

Amanhã só vou pensar nas cores. Mantenho vocês informados. Sugestões?

Ninotchka

Estava na casa da minha mãe, vendo tv com Nina no colo, matando saudade e dando cheirinho nos cachos. Passa a propaganda do 180, número de telefone para mulheres agredidas. Nina fica impressionada e eu explico:
- É ruim que as pessoas batam umas nas outras, mas é muito pior que um homem bata numa mulher. Porque mulheres são mais fraquinhas. Por isso, pra se defender, agora tem esse telefone: se algum homem quiser brigar, a mulher pode ligar pra polícia pra prenderem ele.

(ok, quem dera fosse assim, mas enfim)

Voltei pra casa bagunçada e a Nina ficou na casa da vó, seu retiro de organização em meio ao caos.
Dia seguinte minha mãe me conta que ouviu o seguinte diálogo entre Nina e Ricardinho (ele ainda não fez 4 anos).

- Ricardo, não bata em mim senão eu telefono e a polícia vem aqui.
- Então eu vou bater!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Aconteceu

Três semanas de obra e finalmente perdi a paciência. O cara do aquecimento solar fez uma lista de nada menos que 32 itens a serem comprados ainda hoje, isso se a gente quiser que o equipamento comece a funcionar lá pela segunda ou terça. Pô, na hora de vender o sistema, disseram que estava tudo incluso - e iam faltar só umas coisinhas.

TRINTA E DOIS ITENS.

Coitado do marido porque ó, não aguento mais loja de material de construção.
E claro que isso tudo deve estar nas entrelinhas do contrato. Então nem adianta chiar.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Honra!

A Lola fez novo concurso de blogueiras e adivinha: alguém (a própria Lola, acredito) indicou meu post de Dia das Mães - porque o tema desta vez é maternidade. Tá cheio de gente boa nos links, papo sério e tals. Menos no meu post, obviamente, que é só curtição. Vale a pena, vai lá, lê e vota. Em mim! Hahahaah. Não, brincadeira, hein! O que vale é participar.

A quem ainda interessar possa

Incrível. Os pedreiros vão acabar o serviço na sexta-feira. Vou te contar, viu, não imaginava um trio tão competente. Estou impressionada e passo os contatos pra quem quiser. Depois vou fazer um post só sobre eles - O Bom, O Mau e O Feio. Agora vamos ao que (ainda?) interessa. Mi casa, su casa. Mis muéveles, tus muéveles, hahahaah. (não repare no layout, esse blogger tá jogando texto e fotos pra tudo que é canto).


Este aqui era o armário do banheiro, com cerca de sei lá, uns 20 anos, por baixo. Tem aquele aramado de guardar roupa suja que eu adoro. Uma prateleira e duas gavetas. Bem, ontem não fui trabalhar - meu chefinho e colegas são uns amores que me entendem e me dispensaram porque todo mundo fez reforma em casa este ano e porque eu também não sirvo pra muita coisa - e passei o dia lixando. Meus dedos já viram dias melhores, mas foi bem legal. Sabe, serviço pesado, honesto, que você não precisa pensar? Adoro.


Virou isso aqui - duas demãos depois. Ainda vou passar mais uma. Acho que eu devia ter colocado mais daquele negócio que amolece a tinta, já foi uma latinha pequena. O spray foi um gasto desnecessário: é horrível pintar com spray, escorre, faz uma sujeira do caramba. Esse armário aí vai sustentar o granito preto da pia. Pro banheiro branco. Branco e preto, porque meu negócio é criatividade mesmo.

Daí eu tava na loja, gastando já os tubos pra comprar os metais, que é a parte mais cara, e consegui passar a conversa no marido pra gente trocar a privada marrom e a pia de plástico ("dourada" na linda imaginação da Nina, mas bege encardida, na dura realidade) do lavabo (sim, minha casa tem lavabo, olha que coisa), por um joguinho simples, simples - nem cenzão gastamos - de pia e privada. Aí que o molho sai mais caro que o peixe. O pedreiro descobriu que o registro estava quebrado, que a válvula hidra estava encrencando etc. etc.
Saca o desastre. Depois que consertar tudo ainda vamos ter que pintar. Mas tudo bem, tem uma latinha do amarelo do lavabo, que já era do corredor do antigo apê, ainda, na área de serviço. E agora eu sou uma pintora, vide item acima.



Olha o Juca Bala estacionado ao lado do carro do pedreiro. Isso é um Corcel ou Chevette? Bem, seja o que for. Tem um outro que os traz toda manhã, azul. Daí outro dia vim fechar a casa, porque eles ficaram sem chave. Se despediram e tals. Olho pra fora, estão os três tentando abrir o carro. O trinco tinha quebrado por dentro. Tiveram que fazer como os ladrões, enfiando uma chave de fenda. Demorou um tempão, coitados. E o que abriu ainda teve que aguentar os outros dois tirando sarro pelo "know-how". Ah, sim, anteontem passou um carro correndo pela rua e levou fora meu espelhinho retrovisor. Saco.




E aqui a mais nova novidade da reforma. Eis que marido chegou à conclusão que o negócio de madeira aí da frente, que eu não sei o nome, aliás, eu nunca nem tinha olhado pra isso direito, estava feio e meio caído. Resultado, mais uns duzentão de mão-de-obra e sei lá quantos vestidinhos eu perdi no preço da madeira. Tudo bem que o madeireiro é amigo velho do tempo de faculdade. Mas eu ainda não vi, juro, o porquê de trocar toda essa parte da frente. Coisas de meninos.




Chato é que as partes onde passam os canos - então imagine: uma BOA parte da casa - vai ficar assim porque, bem, acabou o dinheiro e não vai dar pra pintar tão cedo. Mas se formos pintar só pra dar uma garibada, eu e marido (ai minha coluna), também não sabemos a marca nem a cor da tinta. Talvez tenha sido trauma daquela vez em que os então pedreiros contratados – que não eram O Bom, O Mau e O Feio, eram os Três Patetas mesmo – fizeram a pintura externa e o que era pra ser um cinza levemente esverdeado saiu nesse verdinho mimoso.


Olha aí a estrutura das duas caixas d'água e boiler. Repare a engenharia de alta precisão: os pedreiros fizeram dois buracos na caixona. Eu e marido ficamos dias olhando aqueles buracos e imaginando pra quê serviriam (sempre esquecíamos de perguntar): pras gatas respirarem, caso entrem na caixa? Pra fazer de janelinha e observar o funcionamento do boiler? Daí ontem descobrimos: era pra colocar as madeiras e fazer um andaime pra fase final da obra. Que coisa.
Os painéis do aquecimento solar ainda não chegaram. Tudo bem, o sol foi embora mesmo.



Uma vista do fundo pra frente, só pra me exibir.














Ah, sim, olha como ficou o chão da cozinha. Madeira wannabe (é lajota mesmo!). Adorei. Bom de passar pano toda vez que alguém derrubar alguma coisa - o que acontece toda hora.







Agora o momento pobre de espírito: o rack de micro-ondas. Eu, assim como meu querido Nilus Queri, sou anti-rack. Mas daí que a grana começa a acabar –  já contei que agora só temos um carro, o Juca Bala? – e concessões estéticas começam a ser feitas. Esse rack aí era pra ficar reto, mas veja que se eu colocar um pudim pra cozinhar no micro, ele vai ficar mais alto de um lado que do outro. Além de ser uma coisa medonha de se ver. Mas economiza espaço no balcão, que era o objetivo. Outra coisa: no meu mandato não se usa lixo em pia. Nem mesmo dentro de cozinha. Mas digamos que tirei uma licença parlamentar.

É isso por enquanto. Falta colocar as torneiras, arrumar uns detalhes, fechar uns buracos e, outro extra, consertar a chaminé da churrasqueira. Os amigos vão adorar não sair defumados de nossos churrascos. Mas depois dessa reforma, só vai ter churrasco se alguém trouxer a carne.

Na segunda-feira começa a segunda fase: lixamento e polimento dos tacos.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Desertora

Nina tem passado os dias de reforma na casa da vó, saracoteando com o primo Ricardo. Aqui está muito desorganizado, tem dia em que ficam só o sofá e a tv à nossa disposição. Uma sujeira daquelas que desanima limpar, porque no dia seguinte, piora. Então tá ótimo ela por lá. Mas domingo tive um ataquinho de saudade e trouxe ela pra ficar o dia todo conosco, em casa, fazendo coisinhas de domingo - tomando sorvete, vendo desenho, passeando pelos arredores etc.
Fazia dias que ela não entrava no próprio quarto. Quando viu o banheiro todo desfeito (por causa dos canos de cobre e a instalação dos misturadores e chuveiro novos), ficou em choque:
- NÃO ACREDITO QUE DESORGANIZAÇÃO!

E já declarou que nesta casa não mora mais, enquanto não estiver tudo bonitinho de novo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Universo conspirando

Eu já ajudei o marido a escolher celular com agenda moderna; já dei de presente agenda old fashion, de papel e uma data em cada folha; caderninhos de anotação (moleskines não, que são chiques mas não cabem metaforicamente no bolso). Mas não adianta, ele é um homem de bilhetinhos largados no meio da carteira, no porta-luvas do carro, sobre a montanha de livros, provas a serem corrigidas, contas a serem conferidas e tudo. Tudo solto por aí, ao sabor do vento, sob o risco de virar papel de rabiscar coisas da Nina ou bolinhas de papel pras gatas. Enfim (minha palavra favorita): não tem como achar o telefone do cara que forneceu algum tipo de serviço ou material na reforma de dois anos atrás.

Portanto, quando precisamos contratar alguém pra colocar um granito novo na pia do banheiro da suíte presidencial, fazer os buracos novos das torneiras-misturadores das pias dos outros banheiros e da cozinha, não tínhamos mais o telefone e muito menos o nome da empresa que forneceu esse material na obra anterior, de dois anos atrás. Pois bem. Chamamos três empresas e todas acharam o serviço pequeno demais. Todos ocupados e cheios de encomendas maiores. Deixaram-nos esperando dias por orçamentistas que nunca apareceram. Daí minha colega recomendou o trabalho de uma empresa que atendeu o sogro dela, que é pequena e não tem estoque para fazer grandes encomendas. Bingo. O cara veio aqui e era o mesmo da reforma anterior. Não me contive e contei pra ele a coincidência. São prestativos, pequetitos pero cumplidores. O orçamentista trouxe três modelos de pedra preta pro banheiro branco - escolhi a mais barata, claro. Semana que vem tão aí, instalando, furando, aquela beleza de poeira toda levantando. Provavelmente não vamos nunca mais precisar desse tipo de coisa, mas dessa vez peguei três cartõezinhos de visita.


PS- Uma vez o marido quis se organizar e avisou ter anotado todos os números de telefones dos prestadores de serviços e fornecedores que já contratamos. Ok. Precisei um dia do encanador e não tava na letra E. Nem na J, de Jarbas. Marido explicou que estavam todos na S de serviços. Aí  fica difícil.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Semanário da obra

Estamos naquela fase que a coisa anda, mas não parece. Poeira por todo lado. Toda noite quando chego tem a sessão varreção. E tiração de pó. Pra ficar tudo branquinho de novo no dia seguinte. Em primeiro lugar porque, por mais que sejam gente boa, competentes, discretos, econômicos, enfim, por mais que você tenha a equipe de pedreiros dos seus sonhos, eles sempre serão uns porcos. Vão cortar azulejo dentro do seu quarto, por exemplo, pra não perder tempo dando volta por fora da casa - daí a poeira entra no seu guarda-roupa, pelos mínimos buraquinhos, e quando você vai pegar o pijama de noite vê que está tudo branco por dentro. Até as blusas pretas de lã. Sem contar os ossinhos de galinha da marmita, que são jogados no quintal, e encontrados por suas gatas-jaguatiricas sem classe.
Ah, sim, e ainda temos as goteiras. A Lady Murphy faz com que chova torrencialmente nos finais de semana, quando os pedreiros estão bem longe. Daí que choveu dentro de casa de novo: cachoeirinhas na salona, salinha, quarto da Nina. Você vai me perguntar: mas a reforma não visava principalmente arrumar o telhado e impedir a chuva de entrar? E eu respondo SIM mas com a construção da laje pra caixa d'água e tudo o mais de preparação para a central de gás e o aquecimento solar, ocorre que boa parte do telhado fica aberta, só com uma lona, que não dá conta quando chove o que seria num mês todo, num dia só. Além disso os pedreiros ficam andando lá por cima e quebram telhas, obviamente. Dilema tostiniano: eles sobem pra arrumar o telhado e acabam fazendo buraco. Um dia acaba. Reza a lenda que daqui a quinze dias.


Situação right now. Fogão e geladeira na sala de tv. Imagine-me ali na mesinha atrás do sofá, tuitando e lendo jornais de ontem e anteontem (o de hoje só chega na hora de sair). Nina dormiu na vó porque o nível de desconforto aumentou bastante.


Isso porque a cozinha já está quase toda de chão novo. Sai o branco encardido de pedra, entra a imitação lajotística de madeira. Pra dar uma unidade com a salinha e porque é melhor de limpar, mesmo.



Só que, como é de praxe, o cálculo de material estava errado: faltou uma caixa de laj... cerâmica. E adivinha se tinha na loja? Claro que não. Só chegam na quinta-feira. Então até amanhã o serviço fica assim, quase no fim.



Na salona não restou nem a lembrança da parede de pedra. Já disse que os lustres estão com os dias contados, né? Tem uma loja daqui que os aceita como parte de pagamento por novos, porque eles são de cristal sei lá daonde, que podem ser reutilizados. Daí povo diz, viu, é de cristal. E eu, "so what?, são feios do mesmo jeito". Anônimo dos coments, estou aguardando sua oferta! ;)



O banheiro da suíte presidencial, branquinho, zoneado. O chão, como eu disse antes, ainda é um mistério se vai ficar bom ou ruim - porque a cor acabou se revelando um cinza-cimento que não era o que parecia na loja. A conferir.



Olhando assim pra casinha da caixa d'água nem parece que mudou alguma coisa, mas vigas ultra-mega-power de ferro foram soldadas, vazamentos foram contidos etc. etc. Sei que os caras ficam ali  o dia inteiro. A fase agora é de esperar a entrega dos canos que faltaram. Só quinta-feira também. Alá o Juca Bala, meu Kazinho vermelho.



Tá vendo a minhoquinha acobreada saindo da terra? É o cano de cobre do gás, que vem lá da casinha. Ele vai pelo chão até a caixa d'água. Foi por causa da decisão de botar os botijões de gás lá longe que acabou faltando cano.


Olha só: a tripinha de cobre vem lá da frente, passa pela cozinha e segue sempre arriba.



O tanto que sobrou de tijolo. E a janelinha nova do banheiro da suíte. E a zona. Amanhã teremos novidades chegando com o caminhão da loja de materiais de construção. Estou preocupada com o armário do banheiro, mas isso rende um post novo. Vou manter o antigo, que é grandão e legal, mas quero pintar. Então imagina só. Vamos ver como me saio. *suspiro* That's all folks.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Diário da Obra

Pra vocês entenderem o porquê da demora em postar.



A parede de pedra já está na chon. Não há imagem que dê conta de mostrar a poeira que esse troço levanta. O lustre cafona está com os dias contados.



Faltou telha pra cobertura da garagem interna, que faz sombra na cozinha. Talvez preenchamos com telhas transparentes, mas não as de vidro que custam uma fortuna.



Foi levantada uma laje, porque o resto da casa tem forro de madeira, pra aguentar a caixa d'água e o boiler do aquecimento gás/solar. Em andamento.




A casinha que foi feita pra abrigar o gás. Bem longe de tudo da casa, porque o marido aqui é "precavido". O cano de gás vai passar por baixo da terra. Em andamento.



Ah, tadinha da trepadeira, ficou só o desenho do esqueleto dela. A Nina perguntou pra que serve a casinha e claro que eu disse que vai ser o lugar do castigo pra criança desobediente... ela só me deu um olhar de desprezo e disse "ai, mãe, conta outra".



As pedras da salona (a gente chama as salas de salinha e salona) que vão ser guardadas pra dona Ana fazer a gruta das santas na casa dela.



Jornal por tudo. Mas não adianta grande coisa.



O banheiro da suíte presidencial: paredes brancas e chão acinzentado. Meio que desgostei do chão, mas agora Inês é morta. Esse aí é o pedreiro-matraca. Talvez por isso trabalhe isolado. Mas se não tem ninguém pra ouvi-lo, ele se vinga assobiando. E mexendo com as gatas.



A janelinha nova do banheiro. Grandes coisas. Mas pra mim, é sim. ;)



A cozinha já sem os azulejos. Esperando o encanamento novo, de cobre. Aproveitamos pra jogar fora  o azulejo branco feio. A gente não faz fritura, não precisa de azulejo em tudo. A parede será pintada de vermelho. Marido queria fazer ele mesmo, mas mudou de idéia. Ufa. O chão também será picotado pra receber nova cerâmica. Não chama mais de lajota que é coisa de pobre!


Por enquanto é isso.