sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pause

Estou na casa da mãe porque sabe, né, a minha está impraticável mas não vamos mais falar disso por enquanto.
Hoje tenho que comprar o presente de amigo (a) secreto (a). Da profe Mara, tia da escolinha, também - porque oficialmente é o último dia de aula antes de começar a colônia de férias, que na prática é o período só de festinhas e brincadeiras, sem uniforme, sem as tias oficiais e principalmente, sem "atividades", que são as aulinhas propriamente ditas. A escola da Nina é o máximo, só entra em férias no período entre Natal e Ano Novo e a primeira semana de janeiro. A colônia de férias não é paga à parte, como na maioria das escolas; você paga só a mensalidade normal. Todo dia tem festa: à fantasia, da pantufa, da pipoca, do cabelo maluco. Bem, a Nina vai pra praia com minha mãe, então vai aproveitar pouco. O que importa é que SE for preciso, a escola tá lá pronta pra cuidar dela.
Continuando. Hoje é o dia D, da apresentação teatral de toda a escola. Todas as turmas, meninos e meninas, vão dançar, saracotear e chorar num enredo de circo. Parece que vai rolar uma imitação de Cirque du Soleil. Bem, pelo menos não vai ser daqueles caras-pintadas de azul de outra companhia. A Nina vai ser bailarina - está nas nuvens, claro. A roupa é preta de saia "dura" (deve ser tutu) e laços azuis. Não sei exatamente onde está a câmera no meio da zona lá de casa, mas vou tentar achar pra fazer as fotos desfocadas de sempre e dar continuidade à tradição dos posts do encerramento escolar.
A apresentação começa às 19h. Planejo chegar à fila lá pelas 18h. Nota mental: levar uma revista ou similar pra me fazer de surda ao papo mãe-coragem típico desse ambiente. A apresentação deve rolar até as 21h. Minha mãe vai junto e o marido vai faltar porque tem um último compromisso na universidade (ele sabe que vai precisar de muito sorvete e figurinhas pra sanar o rancor gerado pela ausência). Daí pego as duas, trago pra casa da mãe e corro pra pizzaria onde minha turminha da pesada do trabalho já estará na terceira taça de vinho, me aguardando pra revelação de amigo secreto.
Ao meio-dia ainda tenho que tingir o cabelo, que está zebrado.
Nossa, que preguiça.

Lembra do balé de julho?
E de quando a Nina foi um tomatinho da horta?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Update dramático

Cântaros, cats & dogs, canivetes, o mundo, o cacete. Choveu tremendamente essa noite. E eu lá na casa da minha mãe, sem conseguir dormir, até as três da manhã, acompanhando os raios, esperando passar. Porque alguém teve a infeliz idéia de deixar os sofás pra fora, na área em frente à cozinha, em vez de recolhidos ao salão. Lembra que o piso está sendo tratado e não pode haver móveis dentro de casa. Aliás, nem móveis nem ninguém. A casa será liberada apenas na manhã de sexta-feira. Bem, daí que os sofás ficaram pra fora. E choveu aquilo tudo. Nem fui ver, o marido que levantou cedo pra ir abrir o portão pro pintor - que vai começar pelo lado de fora, com os reparos na pintura antiga. Liguei agora há pouco e ele contou que os sofás realmente molharam um pouco, mas não tanto quanto eu tinha imaginado, isto é, sem perda total. "Agora eles estão no sol, secando". Ótimo. Só que agora voltou a chover e ele não está em casa. Ou seja, estou rezando (not) pra que o pintor, que na verdade é o pedreiro-matraca-faz-tudo, olhe o céu, olhe os sofás, sinta os pingos, olhe os sofás, e tenha um insight.

Tá demorando demais essa fase diarinho da obra, né. Eu sei.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E o que você quer de presente de Natal, linda menina?


- "Uma bicicleta e um pandeiro".

Concurso de blogueiras

Nossa como tem gente comentando lá no post do Dia das Mães, que a Lola gentilmente indicou para seu Terceiro Concurso de Blogueiras.

(estou em 1º lugar, lalalala, dancinha, dancinha)

Ops.
Não quero me exibir demais, mas estou respondendo aos comentários naquele post, viu? Devagar e sempre.

Formspring me

Outra brincadeirinha tola e divertida: clica aqui do lado e pode me perguntar o que quiser.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Por que não me ufano



Lixador de tacos, lixando tacos. Já contei que o piso original da casa eram "tacões" grandes, tipo tábua mesmo, de imbuia, lindos? Daí os antigos donos quiseram sei lá, dar um ar moderno, e botaram por cima uma lajota de farmácia, sabe como? Mudar o piso foi nossa primeira providência. Piso frio em Curitiba já é o fim, frio e feio, então. Mas só tivemos dinheiro pra taquinho. Gosto muito. Agora vão ficar bem bonitos e brilhantes. Eles lixam, passam uma cêra e depois o tal sinteco, que dá brilho, e pra manter é só passar pano seco. Mas pra ficar pronto demora um dia pelo menos - pagando milão a mais, seriam 3 horas. Enfim. Só na quinta.



Olha a diferença do tom. Ah, você acha frescura alisar o chão? Eu também achava, até passar por 3 obras e 9 pedreiros.



Aqui, no Espaço Fitness Cult Gourmet, agora com chaminé renovada, estão praticamente todos os nossos tesouros, devidamente disfarçados. Não dá pra lixar a casa toda com roupas e livros à mercê da poeira. Já foi chato embrulhar isso tudo e levar lá pra trás, imagina que delícia trazer tudo de volta. Vai ser um longo fim de semana.




Quem ainda guarda fitas de vídeo? Gente louca.



Uma terça parte do armário com livros. Não parece, mas cabe muita coisa aí. Tipo, dá pra matar uns 4 fornecedores que pedem material a mais e depois dizem que não precisam de tanto. Ora, por que pensei nisso?



Minhas roupas. Entenda que não pode chover esta semana, porque a água entra por baixo da porta de vidro e pelos cantos do Espaço Fitness Cult Gourmet. Claro que não sobrou dinheiro pra reformar isso tudo! (se eu tivesse, derrubava e plantava uma mangueira, um limoeiro e uma poncãnzeira).



Os painéis solares antes da instalação.



E depois, já instalados, consegue ver? Eu também não. Morro de medo de escada, já mencionei? Então. Botei o braço pra cima e não encontrei um bom ângulo, digamos. O moço que instalou o painel teve que repôr um monte de telhas. Era só o que me faltava: voltar tudo à estaca zero, com goteiras. Mas eu deixei bem claro pra ele que era extremamente necessário para minha sanidade mental e para o salário dele que não houvesse telhas quebradas. Você vê alguma?

domingo, 13 de dezembro de 2009

Escolhendo cores e chocando gerações, yeah!

Apesar de a dona Ana ter me dado o cano na faxina do sábado.
Apesar de eu estar troncha de tanto limpar.
De termos ido ainda a uma festinha de aniversário do sobrinho.
E de já não aguentarmos mais discutir os detalhes da reforma... ontem ainda tivemos fôlego pra escolher, ainda meio por cima, as cores nos catálogos de tintas. Se não são as definitivas (pois precisamos de determinados tipos de tintas e algumas escolhidas podem não ser as ideais - tipo, pra cozinha tem que ser fácil de limpar etc.). Olha só.

SALONA

Queríamos uma cor tipo concreto, mas que não fosse nem marrom (senão, com os sofás marrons, a salona vai parecer chocolateria) nem bege nem cinza metálico. Curtimos este verde cor-de-vão-de-cerca. É escuro, mas temos janelões. Além disso, é sala de estar, usamos pouco, e eu gosto de meia-luz. Achei chique. Batentes e portas serão brancos. A tinta é Suvinil, cor P145.

COZINHA


Essa é pra chocar gerações. O pedreiro já ficou escandalizado ao saber que íamos deixar a cozinha SEM azulejos (já expliquei que não fazemos frituras e que fogão e pia ficam praticamente inteiros na janela) e ao saber da intenção de pintar duas das paredes de vermelho. Imagina então quando souber que trocamos o vermelho por esse rosa meio vinho. Não é influência da foto do catálogo, mas ajuda a ter uma idéia, porque nossa cozinha também tem armários brancos e fogão inox (hihihi). A cor é Rosa Suave da Coral.

ESCRITÓRIO


No escri, teremos as paredes nessa cor mais escura também - um azulzinho frio, o D158 da Suvinil. A estante de livros terá a moldura pintada de branco, e por dentro permanecerá em madeira clara.

QUARTO DA NINA

A Nina invocou que não gosta mais de rosa - eu SEI que ela gosta, mas tenta parecer uma menina moderna. Agora diz que sua cor preferida é amarelo. Então tem que ser um amarelinho claro, pra não ficar enjoativo, e só nas paredes lisas: na parte do tijolinho à vista vai ficar em branco mesmo. Esse tom de amarelo fica diferente no monitor, meio rosado. Se for assim mesmo, tudo bem. No catálogo fica mais clarinho. A cor é Raio de Sol, da Suvinil.
Update: esqueça o Raio de Sol, agora a Nina quer um rosa chiclete. A negociar.

QUARTO CASAL

Uma parede do meu quarto, a da cabeceira da cama, será desse marronzão profundo aí - Marrom Havana, da Coral. Os armários são brancos com gavetas marrom "tabaco", as cortinas são listradas de vermelho, amarelo escuro e verde escuro (juro que é legal), o edredon é vermelho. Acho uma combinação cool.

Depois que eu conseguir instalar o programa de cores da Coral e da Suvinil e tiver as simulações com as fotos dos ambientes de verdade, refaço o post. Ah, estamos variando entre Suvinil e Coral porque temos um crédito numa loja que só trabalha com Suvinil. Mas o crédito não é muito grande, então podemos comprar só algumas cores nessa loja e fazer a compra maior, com os galões de branco (porque a maior parte da casa vai continuar branca) em outra loja.

E aí, curtiu? Pode falar. ;)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

E acabou! Uma parte.

Hoje é sexta-feira dia 11/12 e acabou a obra da minha casa.

A parte dos pedreiros, claro. Ainda teremos lances emocionantes nos próximos dias com a instalação do aquecedor solar, quando finalmente vou poder voltar a usar as torneiras e chuveiros da casa; com o lixamento dos tacos, que serão também encerados ou pintados de sinteco, sei lá como chama. Essa vai ser dureza: a casa vai ser dividida em duas partes: moraremos num pedaço. Depois que o tal sinteco ou cera secar, todos os móveis e nós também seremos transportados para o outro lado. Um processo de uma semana. Podia rolar em 3 dias mas ia sair uns milão mais caro. So...

A última coisa feita em casa foi a churrasqueira. Que está sendo "testada" neste momento pelos valorosos pedreiros. Aliás, fiquei sabendo que o piso salarial de jornalista no Paraná agora é de R$ 2.050. Isso significa que um pedreiro ganha mais trabalhando comigo que um colega na Gazeta do Povo.

Ah, sim. Um dos pedreiros, o matraca, vai voltar semana que vem com um amigo pintor. Os dois vão pintar a casa toda por dentro. Vão ficar revezando com os caras do lixamento de tacos. Então o remédio vai ser me juntar à Nina na casa da minha mãe.

Amanhã só vou pensar nas cores. Mantenho vocês informados. Sugestões?

Ninotchka

Estava na casa da minha mãe, vendo tv com Nina no colo, matando saudade e dando cheirinho nos cachos. Passa a propaganda do 180, número de telefone para mulheres agredidas. Nina fica impressionada e eu explico:
- É ruim que as pessoas batam umas nas outras, mas é muito pior que um homem bata numa mulher. Porque mulheres são mais fraquinhas. Por isso, pra se defender, agora tem esse telefone: se algum homem quiser brigar, a mulher pode ligar pra polícia pra prenderem ele.

(ok, quem dera fosse assim, mas enfim)

Voltei pra casa bagunçada e a Nina ficou na casa da vó, seu retiro de organização em meio ao caos.
Dia seguinte minha mãe me conta que ouviu o seguinte diálogo entre Nina e Ricardinho (ele ainda não fez 4 anos).

- Ricardo, não bata em mim senão eu telefono e a polícia vem aqui.
- Então eu vou bater!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Aconteceu

Três semanas de obra e finalmente perdi a paciência. O cara do aquecimento solar fez uma lista de nada menos que 32 itens a serem comprados ainda hoje, isso se a gente quiser que o equipamento comece a funcionar lá pela segunda ou terça. Pô, na hora de vender o sistema, disseram que estava tudo incluso - e iam faltar só umas coisinhas.

TRINTA E DOIS ITENS.

Coitado do marido porque ó, não aguento mais loja de material de construção.
E claro que isso tudo deve estar nas entrelinhas do contrato. Então nem adianta chiar.