sábado, 2 de janeiro de 2010

& the rest



Pequena amostra de um quarto bagunçado.


Do escri desorganizado e cinza-azulado.



E fim.

Ploc, Ping-Pong, Bubaloo


O rosa-chiclete que ela pediu.


Ploc.

A cozinha rosa-vermelha


Tuitando.


A cor afinal. Chocando gerações. Era pra ter ficado mais rosa. Dica: a tinta da Coral foi a única que não resultou numa parede exatamente igual à amostra do catálogo de cores. Mas gostei, anyway.


Agora tenho que descobrir um jeito de esconder o quadro de luz. Porque fica bem na entrada da cozinha e em altura relativamente baixa pra um quadro. A pensar. Aceito sugestões. Mas não vou colocar um quadro de avisos tipo "prato do dia".

Sala Verde


Eu era assim: pedras e chuva. Maltratada.



Fiquei assim. Mais relaxadinha, menos estressada. Dependendo da luz, meio cinza ou bem esverdeada.



Mais espaçosa também. Ainda sem definir locais dos quadros. Pra que a pressa, tá tão bom assim. Está faltando um sofá de 2 lugares, marrom, que foi pro conserto - os lixadores de taco quebraram o pé dele, que é tipo palito e dá um trabalho danado. E assim que o Ano Novo tiver dias úteis, aguardamos o calheiro pra mudar a chaminé da lareira pro canto. Assim fica meio instalação.

A saga do lustre continua. Mas terá um ponto (de luz) final semana que vem. A mesa tem um quê de roça, uma coisa meio assim "estive em Ribeirão Preto e lembrei de você". Pois.


Sorry, Pery Feria, mas a penteadeira antiga ficou ainda mais linda. A vódega ali só faz figuração, diga-se de passagem, porque madame só gosta de vinho.



Ah, e ainda ganhei um sofazinho pro novo Espaço Lounge Musical Relax. Não tá ornando muito, mas madame aqui é Cristina, então não é Casa Claudia.



Aqui madame flagrada de ressaca e fazendo as unhas, em seu lindo robe de seda chinês. O gurizinho já quis grudar figurinhas nas minhas paredes mas foi prontamente impedido.



A mesa de apoio do Reveillon. Faltou toalha branca e sobrou criatividade kitsch. E madame nem tinha começado a beber ainda.




Singelo arranjo numa vibe ano-novo meets terreiro de macumba.




E um pica-pau.






quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Obrigada, 2009, vem nimim, 2010

Normalmente eu sou mal-humorada e tal, mas adoro Reveillon, apesar de nunca saber onde fica o acento.
Acredito firmemente que a vida seria muito pior se não fossem os feriados e as festas, mesmo que eu não compartilhe da fé (Natal/Páscoa) ou que deva trabalhar na primeira segunda-feira útil do ano.
Acho que nós, povo brasileiro, trabalhamos demais e folgamos de menos. Já que não temos salários dignos, façamos festas divertidas, pra esquecer temporariamente os problemas e as tristezas, que não são poucos.
Não chame de hipocrisia ter de se reunir com aqueles tios bêbados uma vez por ano; aguentar a cunhada chata ou a vó bigoduda. Não fossem as convenções sociais destas festas, nós nunca nos daríamos conta da nossa identidade familiar, de pertencer ao tal bando. Mesmo que seja pra ter mais certeza ainda de que deve se afastar. Pelo menos, certamente, sobram boas histórias.
Voltando ao Ano Novo: criar ciclos imaginários é próprio do ser humano, pra não ser esmagado pela rotina. Imagine o mundo sem encerramentos e recomeços, sem projetos para o próximo ano, sem que você se dê conta da passagem do tempo.
Na minha timeline do twitter muita gente reclama da festa e do fato de que no dia seguinte a vida volta ao normal. Da minha parte, gosto de um pouco de fantasia, de celebração, sem contar petiscos, comidas, conversas relaxadas por boas doses de vinho. Não gosto de começo de ano mas sou relativamente mais feliz até o Carnaval, nesse período de sol e de irresponsabilidades tropicais. Apesar de Curitiba ser sub-tropical.

2009 foi um ano que começou tropeçando mas acabou muito bem. Então na média foi um bom ano.

Hoje a Nina vai se vestir de branco - com florzinhas rosa. Não me sobrou dinheiro pra um vestido  novo e sobraram quilos, portanto não vou  de branco, mas as unhas serão pintadas de azul, porque à noite acontece uma rara lua azul - dizem ser bom sinal. O marido vai fazer um lombo porque porco fuça pra frente. Não entendo essa tradição porque afinal, porco chafurda na lama e na merda, mas fazer o quê. Minha mãe vai fazer madalena de bacalhau porque peixe nada pra frente (bota um tubarão na frente e aposto que eles dão ré).

Então é isso. Desejo a todos vocês que me acompanham tudo de bom: saúde e alegria em todo 2010. Ok, já desejo isso a todos de que gosto, o tempo todo. Mas essa é a data pra dizer isso. Imagine todo o mundo, bilhões de pessoas, ao mesmo tempo, desejando coisas boas. Não é emocionante? Eu acho.

Feliz Ano Novo.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Atualizando

Então eu passo meses contando da reforma e não mostro o resultado final. Faço suspense sobre a apresentação da Nina e sonego posts com as tradicionais fotinhas. Conto que o pandeiro de presente fio um vexame e não explico.

O que está acontecendo com Tina Lopes?

Cansaço.

A reforma e a pintura acabaram, mas ainda falta a arrumação. Afinal, levamos tudo - das calcinhas, documentos, livros até os brinquedos, panos de prato, enfim tudo - lá pra trás, no Espaço Fitness Gourmet. Levar foi mole: trabalho de um dia inteiro. Agora, trazer de volta, é refazer a mudança. Porque tem que reorganizar tudo. Véspera de Natal, quase tive uma crise de choro depois de duas horas tentando enfiar o sofá de 3 lugares na salinha de TV. Não conseguimos. Voltou pra churrasqueira. É o nosso gigante da Ilha de Páscoa às avessas, misterioso: como diabos os carregadores conseguiram colocá-lo pra dentro, e depois pra fora?
Mas posso dar ótimas notícias a quem acompanha a saga. E que porventura já não esteja adiantando o porre de prosecco.
O aquecimento solar foi um grande investimento, em todos os sentidos. Temos tido dias ensolarados de verão e outros nem tanto, porque afinal estamos em Curitiba, uma espécie de purgatório dos pecadores do lado de baixo do Equador. Mesmo assim, os banhos são quentes e de jato forte. Sim, conseguimos: morando em casa, temos chuveiros de hotel.
Vocês não têm idéia do quanto isso pode ser emocionante. O tanto de banho frio, gelado, que já tomei nessa vida. É um prazer inenarrável. Não estou exagerando. Além disso, estamos economizando barbaridade de luz; por outro lado, nunca tomamos banhos mais demorados. Mas isso deve passar, é uma jacuzice inicial, depois o deslumbre acaba e voltamos aos nossos banhos racionais.
Outra coisa. A pintura da casa ficou maravilhosa. Quero dizer, tratando-se o pintor de quem é (vide abaixo), claro que tive de passar quase um dia inteiro de joelhos, tirando manchas e gotinhas de tinta do chão. Com uma faquinha e uma esponja de dois lados, verde e amarelo, sabe?
O que importa, as cores, ficaram além da expectativa. O verde na salona criou um aconchego, rebateu a luz excessiva, ficou até chique. O cinza-azulado do escri, perfeito. O rosinha-chiclete-mascado do quarto da Nina, fofíssimo e não cansativo. O marrom escuro do quarto também deu um equilíbrio que faltava ao ambiente. E o rosa-avermelhado da cozinha - tcharans! - ficou lindo lindo lindo.
Esse merece um parágrafo à parte.
Dona Ana, na hora que viu a pintura começar, quase desmaiou. "Tá escuro! Tá escuro!", se assustou. Marido meio que ficou em dúvida. No final, ficou ótimo, destacou as esquadrias, portas e móveis brancos e ora, ficou ousado, diferente. Adorei.
Até os incrédulos - dona Ana, minha mãe, a vizinha - acabaram admitindo a boa surpresa. Legal, né?
Juro que coloco fotos antes do ano acabar. Depois que terminar a arrumação.
Sem contar que estou de castigo no trabalho, fazendo plantão das 8h30 às 18h até quarta-feira.

***



A apresentação da Nina foi muito muito fofa. Daquelas que nem dá pra tirar muito sarro porque realmente foi caprichada. O tema foi circo. Os bebês, de elefantinhos orelhudos, estavam o máximo. Ela arrasou - e me assustou, porque estava tão séria que imaginei ter brigado antes de entrar no palco. Que nada. Perguntei o que foi e ela "eu só tava concentrada, mãe, pra não errar". Linda de bailarina. Só que as fotos ficaram um desastre. Devido à desarrumação da casa acabei não achando a câmera e tentei registrar com a câmera do celular. Que é uma droga. Pensei em usar o celular da minha mãe, que é simplinho mas tem uma câmera melhor do que a do meu Palm, mas ela não conseguiu chegar ao teatro: não havia táxis naquele dia! Era véspera da véspera de Natal, né, então a cidade parecia um formigueiro.



Ninotchka & amiguinha.

***

Ah, sobre o Natal. Levamos a Nina dois dias antes a uma loja de bicicletas para ela experimentar o tamanho - não sabíamos se o ideal seria aro 16 ou aro 20 (ser mãe é fazer escolhas fora das normas da ABNT). Daí ela subiu, andou na menor; aro 20 ficava melhor mas não tinha modelo com rodinha, o dono da loja mandou colocar as rodinhas etc. etc. e quando vimos, já estava de capacete cor-de-rosa de fadinhas na cabeça, escolheu buzina fom-fom... Ficou meio ridículo deixar tudo na loja e esperar que o Papai Noel mandasse uma bike igual. Perguntamos, quer ganhar do Papai Noel ou quer que mamãe e papai te dêem essa? Claro que ela quis sair da loja com a bicicleta. Mas avisamos: agora só pode pedir o pandeiro pro Papai Noel (eram os dois pedidos originais). Ok. Fizemos a cartinha e colocamos na árvore de Natal da casa da minha mãe, porque ainda não tínhamos voltado a dormir em casa.


"Pode ser de gato" porque eu disse pra ela que pandeiros de verdade são feitos de couro de gato - ela achou uma graça danada e disse que queria um pandeiro de Mimi. Só depois eu me dei conta que não é pandeiro, é tamborim - como na música do Noel.

No dia 24 fizemos como manda a boa e velha tradição ocidental: biscoitos pro Papai Noel debaixo da árvore, crianças ansiosas indo mais cedo pra cama; eu fiquei encarregada de colocar os presentes debaixo da árvore. Mil presentes. Ricardinho acordou primeiro e foi correndo chamar a Nina. Uma festa. Antes das nove da manhã, mas fazer o quê. A Nina ganhou da avó os bonecos Charlie & Lola; da tia, um Ken (pra namorar as Barbies) e duas roupinhas de Barbie, sendo uma de noiva (meu lado feminista, derrotado, cortou os pulsos). Do Papai Noel myself, ganhou um pandeiro e uma roupa nova pra Cidinha, a boneca velha que ela a-m-a.
E o pandeiro foi frustrante. Ela queria um de verdade mesmo. Não faz o som que gostaria. No primeiro paticumdum, desmontou. Consertei, em casa, com Superbonder, mas não fez sucesso.
Tudo bem: ela adorou a bicicleta. Só o que me faltava gostar mais do pandeiro...

***

Ufa, me redimi?

sábado, 26 de dezembro de 2009

Prévia (tuitada)

Sobre o Natal: o pandeiro de brinquedo foi um vexame. Culpei o Papai Noel, que mora no Pólo Norte e não entende nada de samba.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Damião, Um Personagem/ ou O Sorriso do Lagarto

Damião é o pedreiro-matraca de que falei posts atrás. Sabe novela tipo Glória Perez, que tem o núcleo pobre divertido? Se Damião fosse um dos personagens, a novela giraria em torno dele; as pesquisas do Ibope apontariam que as cenas com ele deveriam ser valorizadas. Ele seria interpretado pelo Roberto Bonfim ou, no caso de ser representado mais moço, pelo eterno João Pedro - o Marcos Palmeira.

(falei no twitter, pra lembrar o nome, que o Roberto Bonfim já foi gato e isso causou uma revolta feminina)

Quando a reforma ainda estava na fase de quebradeira, eu ouvia os pedreiros chegarem antes que tocassem a campainha porque ele vem falando alto, lá do outro lado da rua. Um dia, um pedreiro extra - um bêbado que só faz bico porque não pode ter dinheiro no bolso, contaram os outros - foi trabalhar no banheiro. Damião foi lá e começou a dar pitaco no serviço do outro. "Damião, você vê se fecha a boca e não me atrapáia", ouvi depois de 5 minutos. Pano rápido, saí de perto. O coitado ficou calado a manhã toda.

Pois um dia o marido comentou que ia precisar de um pintor já que a casa foi toda retalhada e precisaria de reparos. Damião prontamente informou ter um amigo pintor. Por acaso, ele também já fez uns serviços com esse cara e trabalharia, de bom grado, como auxiliar de pintura. Ok. Acertaram.

Damião apareceu em casa no dia de iniciar a pintura com o colega, uma pessoa que é o exato oposto dele. Muito branco, lívido, limpo, muito quieto. Trabalha o dia inteiro sem abrir a boca, não olha pras pessoas, não interage: quando vai embora nem precisa tomar banho. Já Damião... no dia em que ele me ditou a lista de materiais a serem comprados, tinha tanta tinta pelo corpo que até os pêlos do nariz estavam pintados.

Só que o Damião é hiperativo. Trabalha pra caramba, mas é feito um cachorrão doido, um cocker: não se concentra numa coisa só. Então ele vai pintar o quarto da Nina e ao mesmo tempo arruma o encanamento do banheiro. Eu implorava: Damião, pelo amor de deus, termina um cômodo só, pra eu guardar as roupas, sei lá, ter a ilusão de que as coisas vão se arrumar um dia. Ele: "pode deixar, eu vou já terminar o banheiro, depois dou mais uma (de)mão de tinta no quarto, daí vou lá pra sala, mas eu volto aqui". E nada. Tudo feito ao mesmo tempo.

Desastrado, derrubou 3 latas de tintas. Por sorte, na calçada. Lá ia o Damião correndo com baldes cheios de água pra não manchar. Tinha acabado de pintar a salona de verde (que ficou muito legal), sem querer, tropeçou, enfiou o pincel com tinta branca na parede. Lá vai o Damião afobado fazer retoque.

Num desses dias o Marido pediu pra ele pintar logo o quarto da Nina com o rosa algodão-doce escolhido. Ele prontamente pegou a lata verde. É daltônico, descobrimos. "Ah, eu pinto, mas não sou bom desse negócio de ver cor, não. Tenho que prestar atenção nos códigos das latas".

Mas veja só, hoje ele acabou quase tudo. Não fossem os caras do piso, que foram refazer o trabalho na salinha e no quarto de visitas (contei que o técnico do aquecimento quebrou telhas ao instalar os painéis e causou uma nova enchente em casa? Não? Então, nem deu vontade mesmo de falar nisso), Damião teria terminado tudo tudo. Falta um rejunte ali, um retoque aqui. O cara trabalha, viu.

Preciso contar o porquê dele ser tão dedicado. Um belo dia o Damião estava andando com seu Gol 1984 (aproximadamente) branco numa estrada de terra, vindo de uma chácara. Viu ao longe um lagarto na beira da estrada. Decidiu atropelar o lagarto e bateu o carro num barranco. Daí que toda vez que o via cansado, passando a quarta demão de tinta vermelha na parede da cozinha, pensava - "ah, o sorriso do lagarto".

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Da difícil arte de amar

Ontem fui à ginecologista levar bronca pelo tempo que passou e que eu não levei os exames de rotina (fiz, tava tudo ok, deu preguiça yadda yadda). Minha médica é maravilhosa mas tem o defeito de atrasar demais. Por isso sempre peço o primeiro horário, mas ontem não foi possível, e como estaria de folga, fui preparada pro chá de cadeira.
Instalada na sala de espera, reparei numa mãe com uma menina de uns 10-12 anos. Ela estava deitada  no colo da mãe e imaginei que estivesse doente e que fosse consultar a pediatra, que fica na sala em frente.
O tempo passando e reparo melhor na menina. Que é linda do tipo futura-Gisele-Bundchen. Mas está lá deitada, se mexendo o  tempo todo, com o dedão na boca. Inteiro. Em certo momento ela tira e vejo os dentes, tortos, pra fora, de quem chupa o dedo a vidinha toda. Rapidamente me vem um pensamento reprovador na cabeça. Como que essa mãe deixa a guriazinha com o dedo na boca?
Mas rapidinho cai a ficha. A menina é uma DM. Deficiente mental.
Passei minha infância convivendo com adultos e crianças DMs: minha tia era professora de surdos-mudos e diretora da Apae da cidade e minha mãe, vanguarda, já acreditava em inclusão. Volta e meia eu passava um dia, ou ia numa festa da Apae.
A menina do consultório começou a ficar impaciente. Pegou uma revista e jogou na escada. A mãe a fez catar, mas foi junto. Deu bronca. Mas já a abraçou, como para compensar. Nessa breve caminhada pude verificar que se trata de uma DM severa, tecnicamente falando: tem um retardo mental bem grave. Não fala quase nada. Passou a reclamar pra mãe. "Sissi", falava. Foram umas quatro vezes ao banheiro.
Estavam esperando, na verdade, a minha ginecologista. A menina provavelmente estava com uma infecção urinária. Foram atendidas e fiquei pra depois. Entrei e, conversando com a médica, meio que dando uma indireta nela, comentei como a menina estava impaciente e como seu caso (mental) parecia grave. A dra. só comentou "é, menina, e a gente acha que tem do que reclamar".
E o que me faz chorar sobre isso, de repente, quando lembro da mocinha com o dedão na boca, é que pra mãe dela, ela é perfeita. Vê-se no carinho do abraço. Imperfeito é o mundo, que não tem lugar pra ela.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A Justiceira

Faz um tempinho, mas foi uma cena tão engraçada, tenho que registrar.
Nina e os dois primos, um de 8, outro de 12, mais um amiguinho do mais velho, brincando de tiroteio. Ela e o mais novo escondidos atrás de uma porta, os dois mais velhos no corredor.
Os meninos atiram de metralhadora (feita com o lego da Nina):
- Ratatatatatatataatat foooosh papapapapapapappapratatatatatatataat

Ela sai do esconderijo com uma única pecinha de lego na mão (é café-com-leite):
- POU! MATEI!

PS: Não adianta querer que as crianças não brinquem de armas. Quando vê eles pegam um pedaço de pau, três pecinha de lego, um caminhãozinho, qualquer coisa vira pistola, metralhadora. Humanos.