sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Locos

Quando o cunhado brasileiro, morador de Barcelona, briga com su mujer catalã, a chama de "espanhola". Ela se ofende e revida com "seu latino". 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Hasta luego

 
Este blog vai hibernar a partir de hoje por duas semanas. Depois conto tudo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

TPV

Eu tenho mais medo de perder vôo, de não ouvir a chamada, de pegar o avião errado etc. do que do avião cair.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Minha História

(roubado de alguém, no facebook)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Blogagem pela Legalização do Aborto

"Desde que a pessoa tenha dinheiro para pagar, o aborto é permitido no Brasil. Se a mulher for pobre, porém, precisa provar que foi estuprada ou estar à beira da morte para ter acesso a ele"

É isso aí, Dr. Dráuzio. Peguei esse trecho daqui, que por sua vez veio do post da Srta. Bia.

Pessoalmente sou a favor do aborto até o quarto mês. Conheço gente que fez perto do sétimo mês - aí sinto muito, mas na real foi feita uma cesárea e o bebê, não mais um feto, foi morto. Mas esta foi uma situação diferente da maioria, não pode ser exemplo pra campanha contra. Fato é que ninguém faz aborto porque quer. Aborto não é legal - nos dois sentidos. Não existe quem ache fácil, assim como é lenda urbana a pessoa que largou o trabalho de sei lá, faxineira, pra viver com os R$ 80 de bolsa-família. Acredito que é preciso haver política pública pra conscientizar, farta distribuição de camisinhas e anticoncepcionais, claro, mas quando a mulher se vê sozinha na frente do espelho com a consequência de um engano, um erro, um deslize, uma violência, qualquer que seja o motivo, o ideal é que ela possa decidir o que será feito, antes que seja tarde demais.

Tentei achar o autor de um tweet mas não consegui. Era mais ou menos isso: 

"Diz que é a favor da vida, mas fecha o vidro no sinal". 

Pois então.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Boicote: pratico




Já não comprava Du Loren, agora parei com Hope também. Aliás, nem sei se uso alguma coisa dessa marca. Apesar do meu passado cof-cof publicitário, sou o tipo de pessoa que lembra do roteiro e do cenário mas não da marca/grife: o pavor dos marqueteiros. Assim que confiro a roupa/peça nova em casa, que arranco a etiqueta do preço que me garantiria a troca, vai pro lixo também a etiqueta, pra não me coçar. 

Mas voltando ao boicote. Por quê? Bem, apesar da beleza da Gisele Bündchen, a propaganda me ofendeu primeiro como mulher, depois como motorista e, finalmente, como profissional de comunicação - uma peça que causa rejeição ao público-alvo é coisa de gênio (só que ao contrário). Das implicâncias feministas, deixo minhas amigas Srta.Bia e Lola falarem com mais propriedade.

Então vamos rever a minha lista pessoal e intransferível de boicote: Marisa, Zara, Hope e Du Loren, pelo conjunto da obra.

sábado, 24 de setembro de 2011

Um pouco de fofura pra salvar o dia

Não quero deprimir ninguém com minhas reflexões sobre envelhecimento, então vamos às novas com mais um flash de Nina chegando animadíssima da escola.
- Mãe, tenho duas coisas pra te contar.
- Conta.
- Um: a Fulaninha, Beltraninha e Sicraninha tomaram água com tinta e vomitaram!
- Credo, que nojo! Que mais?
- Dois: é que eu fui lavar as mãos do lado do Fulaninho depois da aula de arte e ele me disse assim: Nina, eu sou apaixonadinho por você.
- Jura? E o que você disse?
- Eu disse que "ah, eu também sou assim meio apaixonadinha por você". Daí as meninas que estavam perto ouviram e contaram pra TODO MUNDO da sala. Fiquei muito brava.
- Mas brava por quê, todo mundo pode saber, não tem nada de mais.
- É que tem os outros dois meninos que são apaixonados por mim e eles vão ficar chateados.

***
Corta pro pai tirando uma de ciumento pra cima da Nina (Freud ri).

- Nina, não quero saber desse negócio de ficar apaixonada, vou tirar você dessa escola e colocar numa só de meninas!
- Tudo bem, pai, vai que eu sou gay e posso me apaixonar por uma menina?