domingo, 1 de abril de 2012

Daqui, tumblr bacaníssimo.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aquela hora marota

Em que há, ao mesmo tempo, tanta coisa acontecendo, e falta tempo e disposição para escrever sobre - não vontade, jamais; em que as fotos de viagens, as impressões interessantes, as maledicências, as piadas, as impressões desinteressantes, vão se acumulando, até ficarem velhas... aquela hora marota em que dá uma sensação de que este blog está morimbundo. Mas eu me apego. De vez em quando você vem aqui e me dá um oi, e eu não sou pessoa de ignorar um oi - apesar de morar em Curitiba.


Então, vou ali respirar e já volto. ;)

terça-feira, 13 de março de 2012

Google e Deus

Nina tem permissão pra jogar meia hora de joguinhos de computador, algumas vezes na semana. Se assiste desenhos demais na TV, nada de computador e vice-versa.

Daí que aproveitou minha ausência e fez os dois, durante a manhã em que fica com a diarista. Ontem à noite veio me contar que cansou dos joguinhos que deixei na pasta favoritos e foi ao Google procurar outros. Mas aproveitou pra fazer uma pesquisa básica:

"Deus existe?"

"E o que o Google respondeu, Nina?"
"Deu um monte de 'Deus existe' e só um "Deus não Existe' bem no final".

Rimos muito.


(depois disso ela foi proibida de fazer pesquisas no Google - afinal, nunca se sabe o que pode encontrar sem minha supervisão)

domingo, 11 de março de 2012

sábado, 10 de março de 2012

Adoro

Achei a letra da música e queria dividir com vocês. De novo, acho.



Aqui.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Meu presente de Dia Internacional da Mulher...

... foi praticamente um adianto do Dia das Mães (foi até escrito na agenda, por distração, em 8 de maio, hehehe)

terça-feira, 6 de março de 2012

Cabô rolmops

Hoje começo um trampo novo. Integrada a uma equipe, mas só texto, edição, revisão, produção. Estou feliz.

O home-office (rolmóps) me fez muito feliz também. Pena que foi por poucos meses. A falta de respeito com os pagamentos me deixou arrasada. Imagina você combinar, por exemplo, milão, e a pessoa te ligar dizendo que vai te pagar duzentos e que os próximos oitocentos vão ser depositados provavelmente em duas vezes nos próximos dois meses. Sendo que você se dedicou a correr com o trabalho que era "pra ontem". Pegou a filha com atraso na escola, gastou de sua conta telefônica, gasolina, pras entrevistas, pros compromissos, esqueceu de dar a comida pras gatas e perdeu final de semana, pra depois ter o dinheiro pingando e, consequentemente, desaparecendo aos poucos. 

Foi legal ter o nome em veículos diferentes. Foi uma delícia ficar em casa. Mas isso dos pagamentos foi bem desanimador - imagina se eu realmente dependesse dessa grana pra sobreviver. Claro que não foram todos que me deram cano, mas os que pagavam mais e demandavam mais energia.

Então agora volto a ter uma rotina fora de casa. Vou tirar as marcas de dobras e cabides das roupas melhorzinhas, deixar de lado o robe vermelho e o uniforme adidas. Conversar com gente diferente, escrever sobre setores diversos. 

Fazer almoço à noite, depender da diarista pra ficar com a filha em alguns dias, do marido em outros. Dirigir em bairros nunca antes explorados. Ter metas a cumprir. 

É a vida, e eu gosto. 






segunda-feira, 5 de março de 2012

TOC (toc, toc)

Quando aquele pensamento ou ideia ruim, muito ruim, me invade a cabeça, eu bato três vezes na madeira e passa. Se estou num lugar sem madeira, bato o calcanhar três vezes no chão; se não há qualquer sinal de madeira, fico meio apavorada. Aí um amigo ensinou que as três batidinhas no dente também "valem". 


Bando de louco.
Qual é seu toc?


(diz-que a superstição de bater três vezes vem dos celtas, que batiam nas árvores para acordar os duendes de proteção das florestas)

quinta-feira, 1 de março de 2012

A Virtude da ... Renúncia? Abstenção? Resignação?



Não sei como chamar essa atitude - ou melhor, não-atitude - que pensei em comentar. O gancho é uma cena de Os Sopranos, a melhor série séria de todos os tempos. A terapeuta do mafioso Tony Soprano foi vítima de um homem violento (isso é quase um spoiler mas pô, a série acabou há uns 4 anos, vai ver logo se já não viu) e tornou a encontrar-se com ele. Porém, ela não podia fazer nada para evitar essa proximidade, pois não havia mais medida judicial a ser tomada.
É uma cena muito bacana. A terapeuta está tremendamente incomodada com a existência do fulano, ainda mais assim, perto de si, à vista, à luz do dia. O fato de ele estar vivendo bem, então, era uma afronta. Ela não merecia aquilo. Ele não merecia estar vivo e bem. Aí o Tony, vendo que ela estava perturbada com algo, se oferece para fazer qualquer coisa por ela. Ela é terapeuta do mafioso, veja bem. Ela sabe qual é o trabalho dele e de como ele se livrava das pessoas que o prejudicavam. E ela gostaria muito de agir daquela forma também. Bastava falar para o Tony: "preciso que você se livre de uma pessoa por mim". E pronto. O agressor não viveria mais meia hora depois que Tony saísse do consultório. 
Mas ela respira fundo e diz que não, ela só está tendo um dia difícil, não precisa de nada dele.

Que virtude é essa? Você saber que pode sacanear, prejudicar, ferrar com alguém - mereça ou não - e simplesmente deixar passar? 


Crazy contact's bitch strikes again

Eu tinha um freezer antigo, dado por uma tia, na churrasqueira. Era feio, tadinho, desengonçado, demodé.


Aí baixou a louca do contact e ele ficou assim, moderninho,  escandaloso, adolescente, cheguei, moderno:


E ainda bem que aquele trampo deu certo (valeu a força), viu, senão eu já estaria encapando as gatas.