Hoje. Nina acorda chorando e me chamando. Não ouvi, mas o pai foi socorrê-la. Teve um pesadelo.
- Sonhei que tinha nascido asinhas nas minhas costas mas você viu e cortou elas!
(E o pai ainda ficou satisfeito de ter sido inconscientemente reconhecido como o sujeito ativo/repressivo do universo familiar. Porque lá em casa quem geralmente corta as asinhas sou eu)