terça-feira, 13 de março de 2012

Google e Deus

Nina tem permissão pra jogar meia hora de joguinhos de computador, algumas vezes na semana. Se assiste desenhos demais na TV, nada de computador e vice-versa.

Daí que aproveitou minha ausência e fez os dois, durante a manhã em que fica com a diarista. Ontem à noite veio me contar que cansou dos joguinhos que deixei na pasta favoritos e foi ao Google procurar outros. Mas aproveitou pra fazer uma pesquisa básica:

"Deus existe?"

"E o que o Google respondeu, Nina?"
"Deu um monte de 'Deus existe' e só um "Deus não Existe' bem no final".

Rimos muito.


(depois disso ela foi proibida de fazer pesquisas no Google - afinal, nunca se sabe o que pode encontrar sem minha supervisão)

domingo, 11 de março de 2012

sábado, 10 de março de 2012

Adoro

Achei a letra da música e queria dividir com vocês. De novo, acho.



Aqui.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Meu presente de Dia Internacional da Mulher...

... foi praticamente um adianto do Dia das Mães (foi até escrito na agenda, por distração, em 8 de maio, hehehe)

terça-feira, 6 de março de 2012

Cabô rolmops

Hoje começo um trampo novo. Integrada a uma equipe, mas só texto, edição, revisão, produção. Estou feliz.

O home-office (rolmóps) me fez muito feliz também. Pena que foi por poucos meses. A falta de respeito com os pagamentos me deixou arrasada. Imagina você combinar, por exemplo, milão, e a pessoa te ligar dizendo que vai te pagar duzentos e que os próximos oitocentos vão ser depositados provavelmente em duas vezes nos próximos dois meses. Sendo que você se dedicou a correr com o trabalho que era "pra ontem". Pegou a filha com atraso na escola, gastou de sua conta telefônica, gasolina, pras entrevistas, pros compromissos, esqueceu de dar a comida pras gatas e perdeu final de semana, pra depois ter o dinheiro pingando e, consequentemente, desaparecendo aos poucos. 

Foi legal ter o nome em veículos diferentes. Foi uma delícia ficar em casa. Mas isso dos pagamentos foi bem desanimador - imagina se eu realmente dependesse dessa grana pra sobreviver. Claro que não foram todos que me deram cano, mas os que pagavam mais e demandavam mais energia.

Então agora volto a ter uma rotina fora de casa. Vou tirar as marcas de dobras e cabides das roupas melhorzinhas, deixar de lado o robe vermelho e o uniforme adidas. Conversar com gente diferente, escrever sobre setores diversos. 

Fazer almoço à noite, depender da diarista pra ficar com a filha em alguns dias, do marido em outros. Dirigir em bairros nunca antes explorados. Ter metas a cumprir. 

É a vida, e eu gosto. 






segunda-feira, 5 de março de 2012

TOC (toc, toc)

Quando aquele pensamento ou ideia ruim, muito ruim, me invade a cabeça, eu bato três vezes na madeira e passa. Se estou num lugar sem madeira, bato o calcanhar três vezes no chão; se não há qualquer sinal de madeira, fico meio apavorada. Aí um amigo ensinou que as três batidinhas no dente também "valem". 


Bando de louco.
Qual é seu toc?


(diz-que a superstição de bater três vezes vem dos celtas, que batiam nas árvores para acordar os duendes de proteção das florestas)

quinta-feira, 1 de março de 2012

A Virtude da ... Renúncia? Abstenção? Resignação?



Não sei como chamar essa atitude - ou melhor, não-atitude - que pensei em comentar. O gancho é uma cena de Os Sopranos, a melhor série séria de todos os tempos. A terapeuta do mafioso Tony Soprano foi vítima de um homem violento (isso é quase um spoiler mas pô, a série acabou há uns 4 anos, vai ver logo se já não viu) e tornou a encontrar-se com ele. Porém, ela não podia fazer nada para evitar essa proximidade, pois não havia mais medida judicial a ser tomada.
É uma cena muito bacana. A terapeuta está tremendamente incomodada com a existência do fulano, ainda mais assim, perto de si, à vista, à luz do dia. O fato de ele estar vivendo bem, então, era uma afronta. Ela não merecia aquilo. Ele não merecia estar vivo e bem. Aí o Tony, vendo que ela estava perturbada com algo, se oferece para fazer qualquer coisa por ela. Ela é terapeuta do mafioso, veja bem. Ela sabe qual é o trabalho dele e de como ele se livrava das pessoas que o prejudicavam. E ela gostaria muito de agir daquela forma também. Bastava falar para o Tony: "preciso que você se livre de uma pessoa por mim". E pronto. O agressor não viveria mais meia hora depois que Tony saísse do consultório. 
Mas ela respira fundo e diz que não, ela só está tendo um dia difícil, não precisa de nada dele.

Que virtude é essa? Você saber que pode sacanear, prejudicar, ferrar com alguém - mereça ou não - e simplesmente deixar passar? 


Crazy contact's bitch strikes again

Eu tinha um freezer antigo, dado por uma tia, na churrasqueira. Era feio, tadinho, desengonçado, demodé.


Aí baixou a louca do contact e ele ficou assim, moderninho,  escandaloso, adolescente, cheguei, moderno:


E ainda bem que aquele trampo deu certo (valeu a força), viu, senão eu já estaria encapando as gatas.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Das motivações

Nina:

Quando eu ser (sic) grande, tiver uns filhos e um marido que seja alguém que preste, vou ter três empregos pra poder ter uma vidinha boa.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mais uma

Estas curtinhas têm um motivo: não estou tuitando. #detox

Daí aviso a Nina que vou ter uma proposta de trabalho. Peço "torça por mim".

- Vou torcer sim, mamãe, que seja um trabalho bom, que você saiba fazer. Não de faxineira, por exemplo.