A parede de pedra já está na chon. Não há imagem que dê conta de mostrar a poeira que esse troço levanta. O lustre cafona está com os dias contados.
Faltou telha pra cobertura da garagem interna, que faz sombra na cozinha. Talvez preenchamos com telhas transparentes, mas não as de vidro que custam uma fortuna.
Foi levantada uma laje, porque o resto da casa tem forro de madeira, pra aguentar a caixa d'água e o boiler do aquecimento gás/solar. Em andamento.
A casinha que foi feita pra abrigar o gás. Bem longe de tudo da casa, porque o marido aqui é "precavido". O cano de gás vai passar por baixo da terra. Em andamento.
Ah, tadinha da trepadeira, ficou só o desenho do esqueleto dela. A Nina perguntou pra que serve a casinha e claro que eu disse que vai ser o lugar do castigo pra criança desobediente... ela só me deu um olhar de desprezo e disse "ai, mãe, conta outra".
As pedras da salona (a gente chama as salas de salinha e salona) que vão ser guardadas pra dona Ana fazer a gruta das santas na casa dela.
Jornal por tudo. Mas não adianta grande coisa.
O banheiro da suíte presidencial: paredes brancas e chão acinzentado. Meio que desgostei do chão, mas agora Inês é morta. Esse aí é o pedreiro-matraca. Talvez por isso trabalhe isolado. Mas se não tem ninguém pra ouvi-lo, ele se vinga assobiando. E mexendo com as gatas.
A janelinha nova do banheiro. Grandes coisas. Mas pra mim, é sim. ;)
A cozinha já sem os azulejos. Esperando o encanamento novo, de cobre. Aproveitamos pra jogar fora o azulejo branco feio. A gente não faz fritura, não precisa de azulejo em tudo. A parede será pintada de vermelho. Marido queria fazer ele mesmo, mas mudou de idéia. Ufa. O chão também será picotado pra receber nova cerâmica. Não chama mais de lajota que é coisa de pobre!
Por enquanto é isso.









