sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Blogagem pela Legalização do Aborto
"Desde que a pessoa tenha dinheiro para pagar, o aborto é permitido no Brasil. Se a mulher for pobre, porém, precisa provar que foi estuprada ou estar à beira da morte para ter acesso a ele"
É isso aí, Dr. Dráuzio. Peguei esse trecho daqui, que por sua vez veio do post da Srta. Bia.
Pessoalmente sou a favor do aborto até o quarto mês. Conheço gente que fez perto do sétimo mês - aí sinto muito, mas na real foi feita uma cesárea e o bebê, não mais um feto, foi morto. Mas esta foi uma situação diferente da maioria, não pode ser exemplo pra campanha contra. Fato é que ninguém faz aborto porque quer. Aborto não é legal - nos dois sentidos. Não existe quem ache fácil, assim como é lenda urbana a pessoa que largou o trabalho de sei lá, faxineira, pra viver com os R$ 80 de bolsa-família. Acredito que é preciso haver política pública pra conscientizar, farta distribuição de camisinhas e anticoncepcionais, claro, mas quando a mulher se vê sozinha na frente do espelho com a consequência de um engano, um erro, um deslize, uma violência, qualquer que seja o motivo, o ideal é que ela possa decidir o que será feito, antes que seja tarde demais.
Tentei achar o autor de um tweet mas não consegui. Era mais ou menos isso:
"Diz que é a favor da vida, mas fecha o vidro no sinal".
Pois então.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Boicote: pratico
Já não comprava Du Loren, agora parei com Hope também. Aliás, nem sei se uso alguma coisa dessa marca. Apesar do meu passado cof-cof publicitário, sou o tipo de pessoa que lembra do roteiro e do cenário mas não da marca/grife: o pavor dos marqueteiros. Assim que confiro a roupa/peça nova em casa, que arranco a etiqueta do preço que me garantiria a troca, vai pro lixo também a etiqueta, pra não me coçar.
Mas voltando ao boicote. Por quê? Bem, apesar da beleza da Gisele Bündchen, a propaganda me ofendeu primeiro como mulher, depois como motorista e, finalmente, como profissional de comunicação - uma peça que causa rejeição ao público-alvo é coisa de gênio (só que ao contrário). Das implicâncias feministas, deixo minhas amigas Srta.Bia e Lola falarem com mais propriedade.
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