sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

#Brioches

Essa é a tag criada pela Lady Rasta que virou comunidade no FB e que usamos muito no twitter quando queremos falar de futilidades em geral. Hoje compartilho o seguinte briochinho: vou a um casamento e, pra não repetir o vexame do ano passado - você não sabe? tinha uma menina de 17 anos com o mesmo vestido que eu na festa - e apesar da necessidade de economia, comprei um tecido pra mandar fazer uma roupa - tem uma costureira supimpa por aqui, por que não aproveitar e fazer algo exclusivo, né?

Minhas referências iniciais estão lá no meu Pinterest. CALMA! Não é nada disso que você está pensando, não se trata de uma rede social para interessados em... deixa pra lá. Você cria uma conta, assuntos preferidos - moda, arte, sei lá, muffins - e vai colocando imagens e referências legais nesse site, como um mural. É isso. O meu é esse aqui, clica! Ainda tá pobrinho. Lá tem duas imagens, por enquanto, dos modelos nos quais estou me inspirando. O tecido é esse aqui:

Um crepe chanel que, depois me dei conta, vem a ser praticamente a cor da parede da minha sala. Sou fã da cor, hein, um cinza-esverdeado ou verde-acinzentado.

Alguma sugestão? Vou à costureira no sábado. Este?



Ou este?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Reticências

Um desejo...
.... uma máquina de lavar louça.

Uma graça...
... Nina decidindo que fará uma coleção de vestidos com estampas de universo, com estrelas e buracos-negros


Uma distração...
... maratona de Harry Potter (um por dia) enquanto as férias não acabam.

Uma obssessão...
... Dieta Dukan, menos 5 kg em 2 semanas.

Uma necessidade...
... economia.

Uma obviedade...
... o tempo está passando rápido demais.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Agora, um cineminha

Nem só de ponte aérea Fim do Mundo --> Zoropa vive este blog. Aliás, acho que tá bem mais auto-explicativo o meu Flickr que qualquer post que eu faça (mas azar, vou escrever mais, sim) sobre viagens. Enfim. Outro dia fui ao cinema, yey! Fui ver J. Edgar, pelo qual eu estava do-en-te porque o combo Clint + Leo Di Caprio + personalidade política polêmica não podia dar errado. 

 *suspiros duplos carpados*

SPOILERS! FUJA
Saí do cinema pensando "ah, Leonardo, você é demais e o filme até que é legal". 

Dia seguinte: "Leozinho tava ótimo, mas o Clint poupou demais uma figura, digamos, controversa".

Dois dias depois... "porra, Clint".

Ninguém pediu, mas a minha opinião (agora firme, juro) é de que esse filme deveria ter sido feito por um diretor que não passou pelo medo do comunismo. Aí penso no sensacional "Cartas de Iwo Jima" e estranho muito meu diretor Top 5. Ele se prendeu ao - emocionante, sem dúvida - relacionamento gay, de J. Edgar Hoover. Ok, legal, é óbvio que a vida pessoal conta muito para o que se faz profissionalmente, politicamente - vícios privados, virtudes públicas e vice-versa (não estou sendo homofóbica, pelamor, é só uma citação famosinha) - mas imagine que uma biografia do ACM só tratasse da relação dele com a mãe. Interessante, mas vamos aos fatos políticos, históricos, que fazem dele um personagem digno de virar filme. E cadê, no filme do Clint? A gente vê o cara entrando com pastinha (bem ACM, aliás) nos gabinetes de presidentes, mas não tem a chantagem clara, a manipulação, o prazer pelo poder, a maldade, jogadas na tua cara.
Clint Eastwood foi respeitoso com J. Edgar. Veja que mesmo a homossexualidade é pudicamente encoberta pela ridícula insinuação de que ele e seu companheiro foram apaixonados, mas não teriam nunca trepado - eles brigam, se beijam e J. Edgar, ofendido, diz "nunca mais faça isso". E acaba ali a tensão sexual da história. O final consegue ser patético, sacando um discurso sobre amor totalmente deslocado.

Eu escalaria Spike Lee pra dirigir este filme.