segunda-feira, 22 de junho de 2009

Trechos inesquecíveis dos livros que amo*

(Bateu uma vontade de reler)

- Tom Sawyer/ Mark Twain: Tom e a namoradinha presos na caverna
- Servidão Humana/ W. Somerset Maugham: quando Philip está falido, morrendo de fome, e rejeita o convite para almoçar do amigo, por pura vergonha.
- O Chão que Ela Pisa/ Salman Ruschdie: explicações sobre a mistura das línguas inglesa e indiana.
- Pergunte ao Pó/ John Fante: o terremoto.
- Lolita/ Nabokov: a morte da mãe da Lolita.
*Alguns deles, obviamente.

14 comentários:

asnalfa disse...

Vc ja leu Salman Ruschdie??
É bom? queira ler Versiculos Satanicos... Dizem que é polemico.. mas tem mil folhas..

Rubão disse...

Não li nenhum desses. Bateu inveja.

Anônimo disse...

Dos seus livros só li e com gosto: Pergunte ao Pó de John Fante, maravilhoso, lindo livro. E na época que li, fiquei obcecada pelo autor, corri sebos pra comprar tudo dele hehehehehe. Vi o filme tbém, mas o livro é tudo.
Beijinhos
madoka

z marcos disse...

A única coisa que me veio à cabeça foi o "odor deletério", dos Irmãos Karamazov

cris disse...

ah, pois em mim bateu saudade da 'Crônica da casa assassinada' do Lúcio Cardoso, a cena em que André, o filho, transa com a mãe. é lindo, é tenso, de arrarasar. um dos melhores romances brasileiros segundo o melhor prof. de literatura que eu tive. deuvontade de ler de novo. [dos seus: não li nenhum. #pradepoisdatese] =)

Tina Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tina Lopes disse...

Asnalfa, só li esse e é delicioso. Apesar de eu náo curtir muito a coisa meio realismo fantástico. Versos Satânicos eu quero muito ler.

Rubáo, sou suspeita. Servidáo Humana é o livro da minha vida: o leria primeiro.

Madoka, o nome do blog dá a dica do quanto amo esse livro. Aliás, todos-todos-todos do Fante. Principalmente esse e "1933 foi um ano ruim".

Zé, eu tentei lembrar do nome do conto do Gogol sobre o qual conversamos uma vez. Do cara que desce o morro de trenó para ouvir a voz do vento. Vou ampliar essa lista e incluí-lo.

Cris, esse teu eu náo li. Também deu vontade. Gostoso fazer essa lista - faça a tua! Bjk.

Patricia Scarpin disse...

Traduzi um trecho de um livro do Somerset Maugham na faculdade e fiquei morrendo de vontade de ler mais dele depois... Mais uma coisa que ficou no esquecimento. Preciso tomar uma atitude (ou ao menos um Dan Up). :D

Suzana Elvas disse...

Pra mim O trecho é a abertura de Lolita - jamais li nada tão erótico em tão poucas palavras:

"Lolita, luz de minha vida, fogo do meu lombo. Meu pecado, minha alma. Lo-li-ta: a ponta da língua fazendo uma viagem de três passos pelo céu da boca, a fim de bater de leve, no terceiro, de encontro aos dentes. Lo-li-ta.
Era Lo, apenas Lo, pela manhã, com suas meias curtas e seu metro e meio de altura. Era Lola em seus slacks. Era Dolly na escola. Era Dolores quando assinava o nome. Mas, em meus braços, era sempre Lolita."

niluas queri disse...

cri, desses só não li o tom sawyer. "servidão" e "pergunte ao pó" li por sua inexplicável influência sobre minha formação intelectual. lembro que, quando eu estava na índia lendo (e obcecado pelos livros) "Filhos da Meia-Noite" - o primeiro do Rushdie e o meu favorito entre os três que li dele -, e "Morte em Veneza e Outras Histórias, do T. Mann, vc tava meio que querendo ler "O Chão que ela pisa" e "A Montanha Màgica". Vc até comentou a coincidência legal. Já contei no teu antigo blog que "conheci" o Rushdie pessoalmente. Tinha uma modelo muuuito linda que frequentava o restaurante onde eu trabalhava (percebe que lá só dava gente fraca?). Um dia estou no caixa e ela, para pagar, me dá uma cartão de crédito escrito Salman Rushdie, por quem eu estava louco apaixonado por causa do "Children of Midnight". Achei estranhíssimo, pedi desculpas por perguntar, mas questionei o fato. Ela se desculpou, disse que era esposa dele e que, se fosse um problema, poderia usar outro cartão. Lógico que eu deixei passar e disse tudo o que eu pensava sobre o "escritor jurado de morte pelo komeine", que tem cara de coruja. Ela me prometeu trazê-lo e apresentar-me a ele. Dias depois ela chega e diz que ele ficou muito feliz em saber o tanto que eu gostava dele, mas que era muito tímido, "e meio chato", e que preferia ficar do lado de fora. Então eu olhei para a vitrine (tinha uma vitrine de doces) e ele me acenou com um sorriso discreto. Eu disse umas palavras tolas na esperança de que ele conhecesse leitura labial. À noite, voltei pra casa (ele também morava em N. Hill) e comecei a ler o "The ground beneath her feet". A modelo chama-se Padma e apresentava aquele reality com chefs de cozinha da Sony, como chamava?

nilus queri disse...

eu quis dizer "tua influência", a influência que você, tina lopes, exerce sobre mim. agradicido!

Tina Lopes disse...

Nilus. Loveyou.

Tina Lopes disse...

Su, esse trecho é demais. Aliás, foi a Marina W, eu acho, que um dia fez um post com começos marcantes de livros. Lolita é top ten, sempre.

Anônimo disse...

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