E já que este se tornou basicamente um blog sobre a Nina (vou mudar o nome, qualquer dia - do blog, não dela!), vamos à minha mais recente reflexão.
Eu sou mãe.
Não sou supermãe.
E muito menos overmãe.
Entende o que eu quero dizer?
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O frio deprimente chegou. Então siga o Manual
Está deprimido? Então fique sabendo:
É sério. Mais um projeto inteligente, charmoso e extremamente útil da minha amiga Liliana Pelegrini (blog aí do lado). Consulte.
Manual do Deprimido
(...) você é uma pessoa nova como nunca foi. E essa pessoa nova quando sair da depressão lhe é também totalmente desconhecida.
É sério. Mais um projeto inteligente, charmoso e extremamente útil da minha amiga Liliana Pelegrini (blog aí do lado). Consulte.
Manual do Deprimido
terça-feira, 13 de julho de 2010
Um dia NO JARDIM
É jardim! "Caso Me Esqueçam", essa menina, me fez ver nos coments que o tema da apresentação não se tratava de "Um dia na Fazenda Sem Baygon". Às vezes demora pra cair a ficha e às vezes, simplesmente, não cai.
Uma hora sozinha na fila é coisa pra sofredora resignada, coisa que não sou. A mãe na minha frente cambaleava pra lá e pra cá, metodicamente, num pé e noutro. Sabe gente que não consegue ficar reta e parada nem por um minuto? Mas essa era muito pior - se estivesse segurando um litro de leite, e não um buquê de flores do campo (para a filha de sei lá, 3 anos), fazia manteiga. Chegou a me dar enjôo. Virei pro outro lado, mas tinha uma colega de escritório de outra mãe falando "cara é foda" a cada 10 palavras.
Uma hora sozinha na fila é coisa pra sofredora resignada, coisa que não sou. A mãe na minha frente cambaleava pra lá e pra cá, metodicamente, num pé e noutro. Sabe gente que não consegue ficar reta e parada nem por um minuto? Mas essa era muito pior - se estivesse segurando um litro de leite, e não um buquê de flores do campo (para a filha de sei lá, 3 anos), fazia manteiga. Chegou a me dar enjôo. Virei pro outro lado, mas tinha uma colega de escritório de outra mãe falando "cara é foda" a cada 10 palavras.
Inspira, respira, chegam as vós, o pai, a fila anda, teatro lota, ois pras mães das coleguinhas da Nina. Começa. A diretora da escola decidiu, neste ano, não pagar muito mico (ano passado estava de logomarca da Batavo) e não se fantasiou. Como eu estava muito irritada com a demora na fila e toda aquela sessão pré-apresentação, do esquecimento das sapatilhas e tals, acabei não entendendo muito do que se tratava o cenário. Mas pelo jeito, era uma fazenda muito feliz cheia de bichinhos e antes do advento do Baygon.
Cenário: feito pela coordenadora, demorou um mês pra ficar pronto.
Estas são as primeiras bailarinas - perguntei o que eram seus personagens pra Nina e ela definiu "as meninas que levam cestinhas de piquenique pro campo". Então tá. São as piqueniqueiras.
A dança mesmo se resumiu ao de sempre, aquela coisa Grupo Corpo: pulinho, pulinho, corridinha, cai. E formando rodinha também. Abaixo, as formiguinhas. A fantasia era muito fofa, com bundinhas protuberantes de saúvas.
Agora as pererecas. Foram um raio de sol praticamente, com as roupinhas verde-amarelas, numa apresentação escura demais pro meu gosto. Acho que o professor de Educação Física que fez o Alladin da outra vez, e era tipo o faz-tudo do show, também era o encarregado da iluminação.
Aqui um grupinho de insetos-não-identificados, mariposas, talvez. Whatever. Pulinho, pulinho, rodinha. E a galera AOWNNNN
A fantasia mais bacana de todas, sucesso do próximo Halloween: aranhas. Rolou até uma criatividade com cordas brilhantes pra formar uma teia. Acho que as aranhas são peixinhas da tia do balé.
Mais insetos fofos.
Joaninhas que se abraçavam.
E finalmente o que importava, Ninotchka Fedorovna Falabretovska Perestroika, primeira bailarina do Kremlin, com sua fantasia ab-so-lu-ta-men-te-sem-graça de jardineira (traduza-se: sem brilhos e paetês), mas com baldinho.
Depois de toda essa emoção, mais uns insetos, agora vagalumes, suponho, pelo tanto que rebolaram as bundinhas.
And that's all, folks. Teremos ainda neste ano apresentações do Dia dos Pais e o balé de encerramento, com os meninos incluídos no show. Sempre é mais divertido. E ainda a formatura! Vou chorar. JURO. E sentar mais perto do palco.
And that's all, folks. Teremos ainda neste ano apresentações do Dia dos Pais e o balé de encerramento, com os meninos incluídos no show. Sempre é mais divertido. E ainda a formatura! Vou chorar. JURO. E sentar mais perto do palco.
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