Se os profissionais de Miami Ink vivessem aqui – ou eu, perto deles - e se grana tivesse pra pagá-los, eu iria fazer as seguintes tatuagens:
1) Um coração de mãe, bem brega, bem coloridão, do tipo marinheiro mesmo, no braço esquerdo (a parte de cima do cotovelo é braço ou ante-braço?). Com uma faixa no meio escrito NINOTCHKA. A imagem abaixo é de uma camiseta feita especificamente pra matar a vontade de ter esse tipo de tatoo - o que já demonstra como é lugar-comum. Mas tô nem aí.
1) Um coração de mãe, bem brega, bem coloridão, do tipo marinheiro mesmo, no braço esquerdo (a parte de cima do cotovelo é braço ou ante-braço?). Com uma faixa no meio escrito NINOTCHKA. A imagem abaixo é de uma camiseta feita especificamente pra matar a vontade de ter esse tipo de tatoo - o que já demonstra como é lugar-comum. Mas tô nem aí.

2) Pediria que pegassem a foto da Simone de Beauvoir, nua, e fizessem nela traços de pin-up. Não é sacrilégio! É uma homenagem. Esta ficaria nas costas, do lado direito. Sem o banheiro, só o espelho - abstrai, né gente.
3) Tem que fazer um número ímpar de tatuagens, reza a lenda. Então eu faria ainda uma rosa bem simples, de traços retos – acho até que eu a desenharia. Essa na base da nuca. Na verdade, o que sempre planejei pra nuca foi um desenho de Rosa dos Ventos, mas em estilo “mapa de pirada”. Ops, ato falho – mapa de pirata.
Não tenho medo de dor nem de ter uma tatuagem. Tanto é que a do braço seria bem visível; a da nuca também. O problema é não ter certeza do resultado. Tinha uma colega na escola que tatuou um leque – coisa mais besta, também. Daí ela engordou e o leque abriu, ficou parecendo um pufe. Complicado.